O programa desta semana trata da importância da comunicação em nosso dia a dia, imaginando como seria interessante se todos os profissionais tivessem um pouco de jornalista em suas atitudes. Também traz uma receita, a “Teoria dos 4 Rês”: RELEVÂNCIA, RESPONSABILIDADE, RESERVA e RESSONÂNCIA para que nos protejamos ao receber as informações trazidas pela mídia. Na segunda parte do programa, uma viagem às vozes famosas que fizeram a história do rádio no Brasil. Com Vicente Celestino, Odair Batista, Osmar Santos, Lauro Borges e Joaquim Silvério de Castro Barbosa com sua PRK-309… e uma novela dos anos 40. Se você tem mais de 40 anos, vai se emocionar com algumas lembranças. Se tem menos de 40, vai perceber como eram geniais os profissionais que 30, 40, 60 anos atrás faziam o rádio no Brasil. Com produção e apresentação de Luciano Pires.
Em 9 de Outubro de 2006 às 17:05
Categorizado em Café Brasil Podcast


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Saudações sr. Pires!
O rádio fez mais parte de minha infância/adolescência. Hoje, na fase adulta já não escuto rádio com tanta frequência.
Dos programas de rádio que eu adorava um se destacava pela genialidade de seus textos de humor: A Turma da Maré Mansa. Este programa da Rádio Globo do RJ era patrocinado por uma loja de roupas chamada A Impecável, que passou a ser conhecida por “Impecável Maré Mansa” devido ao patrocínio e ao sucesso do programa.
Os quadros humorísticos do programa em muito lembravam A Praça da Alegria, quando era capitaneada pelo saudoso Manoel da Nóbrega, com personagens simples porém com textos sempre ácidos e muito bem escritos.
Chegou uma época, tamanho era o sucesso do programa que grandes figurões da comédia, como Chico Anísio, tinham participações nele!
Incrível, não?
Vida Longa e Próspera
Caro Luciano!
Também sou apaixonado pelo Rádio,principalmente o AM.
Para ser locutor era exigido uma voz potente, paternal e acalentadora. Esse tornou-se o padrão vocal de qualidade da locução radiofônica na “era de ouro” do Radio brasileiro.
O grande diferencial do rádio sempre foi -foram - a (as)voz (es). Mas hoje já existe o chamado “rádio com imagem”. Talvez esteja nascendo um novo conceito de rádio. O mundo está mudando e devemos seguir a História, criar a História!
Comparar a qualidade dos programas antigos com os que são produzidos atualmente? Nem vale a pena. Tanto aqueles quantos estes são tempos diferentes.
Mas algo me chama a atenção:antigamente não havia tanta informação disponível, no entanto, uma maioria visível prezava a leitura, a qualidade cultural. Ouvia-se mais e melhor, confirmando nossa tradição oral de educação.Pela audição, a imaginação fértil.Isso talvez explique o estrondoso sucesso do Rádio, sobretudo as radionovelas.
Os programas competiam em qualidade e os anunciantes evitavam vincular seus produtos à programas de baixa qualidade.
Como eu disse, aqueles eram outros tempos.
Oi Luciano…cara, que bom ouvir esses podcasts. Tenho 33 anos (até 15 de dezembro rsrs!)e,obviamente, não me lembro dessas muitas vozes.Mas olha só, me “emocionei com a emoção” do apresentador do repórter Esso. Às vezes tenho a impressão de que não existe gente dentro de muitos âncoras e djs de nossa mídia, nenhuma expressão de “gente”; enfim!
Ps. Vi essa semana sua entrevista no Jô através do Youtube. Concordo com o que você defende em relação a essa pocotização brazuca…por um momento( ou vários) achei que o Jô pocotou durante a entrevista rsrsrs! Um abraço.
Tenho 65 anos e acabei de ouvir Vicente Celestino, PRK-30 e fiquei emocionado. Já tenho ouvido outros como sobre o livro e Monteiro Lobato também faz parte da minha vida. Você está ótimo. Sucesso! Neves
Obrigado, Luciano Pires, por me relembrar sons que marcaram a minha infância bem como a de milhares de brasileiros por este mundão a fora.
Muito bom o seu podcast.
Prabéns.
Um abraço deste brasileiro distante desde Portugal.
Daniel
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