Em 27 de Dezembro de 2006 às 13:23
Categorizado em Café Brasil Podcast
O Podcast de hoje é especial de Natal. Era pra falar de músicas natalinas mas acabou falando é de música popular brasileira ao contar a história de Assis Valente, o amargurado e brilhante autor de algumas das melodias inesquecíveis que você canta desde pequenino, sabia? O programa começa com um petardo de Eliezer Setton, o Natal Nordestino, onde o pinheiro é um mandacaru. Vamos viajar pelas memórias de natais distantes, trazendo várias das pérolas natalinas compostas e/ou intepretadas por Blecaute, Assis Valente, Sim ao Som, Octavio Babo, Simone, Novos Baianos, Eliezer Setton, Sérgio Sá…. ho, ho ho… Feliz natal pra você, do Café Brasil. Produzido e apresentado por Luciano Pires.


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A Música Popular Brasileira de Natal (a data festiva, não a cidade) são realmente ótimas substitutas das suas contrapartes “made in lá fora”.
A própria festa de Natal é algo meio que deslocado na cultura brasileira. Não pelo motivo católico, muito antes pelo contrário, mas pela forma que as famílias brasileiras festejam a data.
As “comidas de Natal” são, em minha modesta opinião contra-indicadas pra época do ano, aqui no Brasil.
Peru? Tender? Assados? Gorduras? No verão?? É pedir pra ter indigestão, concorda?
Bom, vou ficando por aqui!
Vida longa e Próspera
Nossa! Foi surpreedente, esse programa de Natal, moro sozinho e ouvi pela primeira vez a 1 e 30 da manhã, fiquei me deliciando comas musicas e a quantidade de informações tão interessantes sobre o tema, foi um verdadeiro presente de NATAL.
Obrigado!
Daniel
Natal traz uma mistura de emoções ambíguas , ao mesmo tempo a alegria das crianças e seus presentes, nascimento de Jesus e uma melancolia adulta , talvez por descobrirmos a dura realidade de nossa existência. A música de Assis Valente traduz perfeitamente essa nostalgia : “Eu pensei que todo mundo fosse filha de Papai Noel…”.
Apesar dessa pontinha de tristeza no coração , o Natal traz esepranças , no abraço do filho, no sorriso do neto.
Segue a vida…
Que legal ver meu conterrâneo nese artigo, Eliezer Setton, participei de um festival de música lá em maceió e ele foi brilhante em seu piano interpretando uma música que não recordo o nome, mas com certeza era lindíssima, na época ganhei o premio de Juri popular.. êta erra pra ter gente boa.