Desta vez falamos de medo. Quem não tem medo? Medo é que nem gosto, cada um tem o seu. Medo de injeção, de médico, de barata, da sogra, da polícia, dos políticos, da violência, da morte… Viu só? Uma coisa que não falta nesse mundo é medo! Diante dessa constatação, Luciano Pires não teve qualquer receio em fazer uma edição do Café Brasil sobre… Medo! Mas não há o que temer, pense na inspirada e serena constatação do poeta gaúcho Mário Quintana: “Morrer, que me importa? O diabo é deixar de viver”. Um texto inspirado de Rubem Alves fala de um tema polêmico: até onde a medicina deve evitar a morte dos que estão sofrendo? E também tem o Poema Pouco Original do Medo, de Alexandre O’Neal.
Na trilha, uma mistura - feita sem medo - de Chico Buarque, Orlando Silva com Tom Jobim, Simone com Sueli Costa e Tite de Lemos, Nuno Mindelis, Rappin’ Hood, Sérgio Sampaio e até a pamonha de Piracicaba!
Produção e apresentação de Luciano Pires.
Em 15 de Janeiro de 2007 às 10:35
Categorizado em Café Brasil Podcast


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Saudações medrosas corajoso Luciano!
Eis um tema que me pegou de surpresa, devo-lhe confessar.
Existem aqueles que dizem (muitas vezes por pura bravata) não ter medo de nada. Que piada!
Um homem que nada teme é um tolo sem medidas! Medo é algo natural. É a forma do seu corpo lhe dizer que algo é perigoso e que portanto você não deve se meter a besta de mexer com isso!
É claro que tenho meus medos! Da Morte, da violência, de que meu filho sofra algum acidente ou fique doente.
E também tenho duas fobias! Fui aconselhado a, sempre que possível, falar sobre elas para que se diluam em minha mente e (quem sabe?) eu possa lidar melhor com elas.
Tenho um medo para lisante de insetos! Sim, um marmanjão de 37 anos com medo de “bichinhos”! Ridículo não? Mas verdadeiro, por mais vergonhoso que seja.
Minha outra fobia é o medo de altura! Sinto vertigens e até mal estar se me vejo em um lugar alto, principalmente se achar que não estou seguro nesse lugar alto. Passarelas, passagens entre prédios e similares são provações de coragem para mim.
Vida Longa e Próspera
Olá Luciano, parabéns por mais este artigo, nos vem a recordação de nossos tempos de moleque, e mais, neste tempo quem aplicava as injeções era a minha mãe, com seu estojo e as seringas!!!Nos faz lembrar também dos barris de chopp, aquele de madeira, que, sempre quem o abria, tomava um bom banho!!!
Éramos felizes!!! Sorte de quem viveu esta época!!!
Abraços!!!!