O Vigilante

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vigilante.jpgNo podcast da semana, voltamos aos meus tempos de garoto em Bauru, no interior de São Paulo, para relembrar o “Vigilante Rodoviário”, aquele que foi o grande herói de toda uma geração. Aproveitando o tema, também lembramos de outros “vigilantes”, muito mais atuais, aqueles que estão sempre em busca de um “cafezinho” na beira da estrada. E, para fechar o tema, fica uma reflexão: até quando vamos achar “normal” em nosso cotidiano essas pequenas corrupções, contravenções e trambiques diversos?
Para relembrar aqueles tempos da TV em branco e preto, a trilha sonora abre com o “Hino do Vigilante Rodoviário”. Mas a mistura de ritmos fica garantida com o Karnak de André Abujamra, o argentino Beto Caleti, Marry Martin e o BSB Disco Club.






4 comentários sobre “O Vigilante”
  • Linaldo Cardoso disse:    ( 29.07.2009 às 17:23 )

    Ê aí cara, tudo bem?
    Ó, na boa!!! ( “Na boa, é ótimo, né? Faz com que você lê tudo).
    Ouvi um Podcast teu, sei lá qual, em que um ouvinte falou acerca do Vigilante Rodoviário. Procurei feito doido, porém não encontrei nada, depois de muito tempo, fui no “Search” e apareceu ele com o Lobo e tudo, de pé na foto em minha frente.
    Ah!!!! Que saudades.
    Ouvi e salvei a bagaça.
    Achei muito interessante, quando você disse que foi parado por um “Vigilante” na estrada, após o regresso de um evento.
    Eu não sei porque, mas quando acontece uma coisa em um determinado lugar, acontece outra idêntica em outro ponto do mundo afora, no mesmo momento.
    Quando o Santos Dumont, voou no seu 14 bis ( não é 14 chocolatinhos, não) foi o primeiro avião a levantar voo ( agora sem acento no, o) do solo com propulsão própria…..Os irmãos Wilbur e Orville Wright, também fizeram o mesmo, só que os irmãos estados-unidenses foram lançados por uma puta catapulta, um estelingão….
    Quando você foi para o ar, com o programa “O Vigilante” em maio de 2007, exatamente neste mesmo mês eu estava escrevendo o segundo capítulo do meu segundo livro: “A saracura azul, de bico dourado” (não adianta procurar nas livrarias, porque é edição esgotada, foram impressos 8 que dei para a família)
    Capítulo 2, página 3, versículo 1, inciso 32
    …..Outro dia, vinha descendo pela Via Anchieta, e pouco antes da curva da onça, era de madrugada, umas 4 am., eu vinha voltando de um evento na capital, estava a 30km/h., realmente muito devagar, quando um “Inspetor Carlos” me fez parar.
    Achei que estivesse sonhando, inspetor Carlos ainda existe? Procurei um Sinca Chambord, e nada vi.
    Expliquei que estava trocando de pasta no meu MP3 e colocando Bee Gees, How Can You Mend A Broken Heart .
    Ele me pediu os documentos, e coisa e tal.
    Te juro, na festa, eu tinha comido uns 300 daqueles camarões grandes, que ficam espetados naquela baita melancia redonda, olhando pra gente feito bobo, e muito vinho.
    ( naquele tempo, não havia os malditos bafômetros).
    Ficamos conversando por um bom tempo, falei até que nos últimos três anos, só levei uma única multa com foto e tudo, só que o carro da foto, não era o meu…
    ..e tudo bem.
    Continuei descendo a serra, pensando… na boa…naquela “mardita”.
    É isso cara, como eu costumo falar:

    Minha terra tem palmeiras,
    Onde canta o sabiá
    Enquanto um peida aqui,
    Tem outro que peida lá.

    Vai ouvindo aí, “Última canção” com Antonio Marcos e Paulo Sérgio composição de Roberto Carlos.
    Forte abraços,
    Linaldo Cardoso.
    PS.: ganhei de presente hoje, o “Brasileiros Pocotó”, ganhei 3 (três) de tanto que falei sobre o livro pras minhas namoradas. (vai dá pobrema!!!).


  • Bruno Buccalon disse:    ( 25.06.2007 às 23:54 )

    Sou de Bauru - SP também! =)


  • Tania Vianna disse:    ( 06.06.2007 às 19:07 )

    Luciano, cheguei ao site por conta de ter lido um artigo seu sobre o Pasquim, na revista Gestão Educacional, da qual sou assinante. E como gosto de ler textos interessantes, percorri o site até chegar ao “Vigilante rodoviário”. Foi muito bom relembrar os tempos de infância, na frente da TV, aguardando o início do seriado. E surpreendi-me ao perceber que ainda lembro da letra da música. Obrigada pela oportunidade de ter revisto um dos bons programas daquela época. Um abraço.


  • Luiz A. Quintella Barcellos disse:    ( 11.05.2007 às 13:41 )

    Caro Luciano. Sou assíduo leitor de seus artigos semanais e, normalmente, repasso-os para amigos e conhecidos de minha lista de Contatos. Quanto aos seus Podcast, não consigo ouví-los até o final. São longos e sua fala é interrompida com músicas e gravações. É pena. Gostaria realmente de ter tempo para chegar ao fim pelo menos uma vez. Pergunto: você não pensa em disponibilizar uma versão condensada para facilitar seus ouvintes mais ocupados? Você tem os números de quantos deles começam e não chegam ao fim? Imagino que não.
    Abs. e continue com o seu sucesso.

    LAQB


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