Em 4 de Junho de 2007 às 11:00
Categorizado em Café Brasil Podcast
No podcast da semana, Luciano Pires busca suas raízes em Portugal. E escolhe contar a história da Revolução dos Cravos, que libertou Portugal da ditadura Salazarista em Abril de 1974. A história é contada enquanto as músicas de Chico Buarque falam do reflexo daquele movimento no Brasil dos anos de chumbo. Um momento de emoção está na reprodução da música “Grândola, vila morena”, de Zeca Afonso, a música que foi a senha para que os revoltosos dessem a largada à revolução. Na trilha sonora, o fado de Mariza, Chico Buarque e Ruy Guerra, Zélia Duncan e Carlos Paredes. Um banho de Portugal e de liberdade.


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Parabéns, Luciano!
Muito boa sua apresentação sobre a Revolução dos Cravos, aquela que nos trouxe Portugal ao Século XX.
Pelo que me recordo, ainda criança, mais uma vez a nossa televisão foi omissa em divulgar este facto a nós brasileiros.
Dá-lhe Chico, pá!
Bom dia, boa tarde, boa noite Sr. Luciano.
bom, em 1º lugar, parabens novamente por mais cultura distribuida de forma tão instigante!
como forma de incentivo a despocotização, tenho mostrado o site aos meus amigos. só que tem um probleminha…
não tenho conseguido fazer download dos poscast’s (é que ouço sempre nas viagens de fim de semana, por não poder faze-lo durante a semana), então não tenho acompanhado bem teus programas.
Mais uma vez, parabens e abraço!
Parabéns Luciano por este Podcast, daqui de Portugal um abraço a todos os que sabem o que é ser livre e que sentem a liberdade como uma conquista e não como um bem adquirido.
Eu vivi esses momentos, pois estava em Portugal, foi emocionante
Sobre o podcast da Revolução dos Cravos só tenho uma coisa a dizer:
E S P E T A C U L A R ! ! !
Parabéns.
Cada vez mais lúcido e cada vez mais certeiro em seus comentários de uma objetividade ímpar.
Precisamos de mais Lucianos.
Sou poeta por achar-me poeta sem me importar que nem todos achem. E espero que um dia os meus versos façam também no Brasil a revolução que precisamos.
O incrível é que ainda encontremos portugueses que defendam Salazar ferrenhamente. A sorte é que são contemporâneos de Cabral e não sabem que estão mortos há 507 anos.
Conhecendo Jararaca e Ratinho me fez sentir saudades do que não conhecia. Muito bom mesmo. - Eunápio Costa