Este programa é dedicado ao maior nome da música nordestina de todos os tempos. A saga do pernambucano Luiz Gonzaga, o “Rei do Baião”, é relembrada desde seu nascimento (na zona rural de Exu) até a consagração na Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Embalada por diversas versões do clássico “Asa Branca”, o Café Brasil traz detalhes menos conhecidos da biografia do “Velho Lua”, como a parceria musical com o advogado Humberto Teixeira. Na trilha, além do próprio “Gonzagão”, participam Gonzaguinha, Ney Matogrosso com Chitãozinho, Sérgio Sá, Elba Ramalho com Zé Ramalho, Paulo “Eu quero é voltar lá pra Bahia” Diniz e Quinteto Violado. Apresentação de Luciano Pires.
O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em www.lucianopires.com.br/dlog

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O podcast da semana reproduz o programa que foi ao ar pela rádio Mundial no dia 19 de Outubro de 2007, quando Luciano Pires tratou de um tema tenso: o assalto de que foi vítima alguns dias antes, quando um motoqueiro armado levou seu relógio, celular e lap top. Aproveitando para comentar o assalto a que o apresentador Luciano Huck foi vítima na mesma época, e toda a polêmica gerada pelo artigo que o apresentador publicou na Folha de São Paulo, queixando-se do assalto, Luciano convida os ouvintes para participar com suas opiniões. Foram tantas ligações que o programa acabou sendo reduzido a poucos textos e músicas. Mas vale a pena ao menos para provocar uma reflexão sobre o ocorrido e a atual situação da (in)segurança pública. Na trilha sonora, Chico Buarque, Eliezer Setton, Zizi Possi, Edivaldo Santana e – acredite – Dominó!
Você também é mais um que acha que o mundo está totalmente virado no avesso? Então essa edição do Café Brasil é pra você! Vem com muito “papo cabeça”, mas sem perder o humor e com os pés bem apoiados no chão. A conversa parte do texto “Competência Espiritual”, onde Maristela Moura nos deixa um alerta: “precisamos mudar o olhar, apurar a observação, parar de reclamar e fazer algo que altere a vida “infernal” que se leva. Atitudes que requerem algo simples: estar acordado e desperto”. E depois é Suely Pavan quem comparece com seu texto “As Graças e as Brunas”, que fala de mulherões. Mas um tipo de mulherão que não é o que você está pensando…
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“No dia em que eles descerem os morros do Rio, famintos e desnorteados, como soldados abandonados por seus generais, eles tomarão conta da cidade, da zona sul, e as classes médias e ricas serão prisioneiras de suas próprias avarezas e descuidos com os mais pobres. Será como um exército de centuriões romanos, de olhos arregalados, famélicos, entorpecidos e desesperados, tentando a última conquista antes da morte…”
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Nesta edição vamos falar de bobos, em alguns momentos concluindo que hoje em dia, não vale a pena ser esperto. Tem texto de Clarice Lispector e Rogério Gonçalvez. E no final a sabedoria de Carlos Drummond de Andrade: “A educação visa melhorar a natureza do homem o que nem sempre é aceito pelo interessado.”
Meu "NOBRE", (assim acho que posso chamar todos que estudam o Véio Lua) Muito verdadeiro e maravilhoso tudo que disse sobre o mestre. Sabemos que tudo que falarmos dele ainda será pouco, porem,…
quero saber o que tera na asa branca na lapa e quanto sera o engresso
Equatorialmente, de encostar a cabeça na pilastra do copiar e perscrutar palavras, de onde estão a vir e porquê e para quê. Considerável!
Pô Luciano, seu trabalho é fera de mais, continue nos presenteando com o que há de melhor da música...
Hola Luciano, Adoré el programa! Es un placer escucharte. Un fuerte abrazo
Olá Luciano; sou a tia Dirce; lindíssimas suas colocações e homenagem ao nosso grande Luiz Gonzaga; e Luar do Sertão, tb com Tonico e Tinoco; sou caipira da gema. Abraços tb à Lilian