Este programa é dedicado ao maior nome da música nordestina de todos os tempos. A saga do pernambucano Luiz Gonzaga, o “Rei do Baião”, é relembrada desde seu nascimento (na zona rural de Exu) até a consagração na Rádio Nacional do Rio de Janeiro. Embalada por diversas versões do clássico “Asa Branca”, o Café Brasil traz detalhes menos conhecidos da biografia do “Velho Lua”, como a parceria musical com o advogado Humberto Teixeira. Na trilha, além do próprio “Gonzagão”, participam Gonzaguinha, Ney Matogrosso com Chitãozinho, Sérgio Sá, Elba Ramalho com Zé Ramalho, Paulo “Eu quero é voltar lá pra Bahia” Diniz e Quinteto Violado. Apresentação de Luciano Pires.
O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em www.lucianopires.com.br/dlog

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Meu “NOBRE”, (assim acho que posso chamar todos que estudam o Véio Lua)
Muito verdadeiro e maravilhoso tudo que disse sobre o mestre.
Sabemos que tudo que falarmos dele ainda será pouco, porem, o pouco que cada um disser, ajudará a manter imortalizado esse eterno REI.
Abraços
quero saber o que tera na asa branca na lapa e quanto sera o engresso
Equatorialmente, de encostar a cabeça na pilastra do copiar e perscrutar palavras, de onde estão a vir e porquê e para quê.
Considerável!
Pô Luciano, seu trabalho é fera de mais, continue nos presenteando com o que há de melhor da música…
Hola Luciano,
Adoré el programa!
Es un placer escucharte.
Un fuerte abrazo
Olá Luciano; sou a tia Dirce; lindíssimas suas colocações e homenagem ao nosso grande Luiz Gonzaga; e Luar do Sertão, tb com Tonico e Tinoco; sou caipira da gema.
Abraços tb à Lilian
Luciano você é formidável seus
podcast e o dlog cada dia melhor.
Parabéns Luciano, você deveria ter um programa na tv. Felicidades.iara.
Parabéns Luciano,
Lindo demais. Me parece que o filho, Gonzaguinha morreu em acidente de transito aqui no Paraná, pertinho de onde moro. Foi lamentável. Mas, fica a arte de pai e filho. Perfeitos, maravilhosos.
Prezado Luciano,
Obrigado por mais uma excelente programacao. Sou nordestino e aprendi a gostar do Gonzagao desde menino por influencia do meu pai. Penso que nas versoes interpretadas por Elba e Ze Ramalho existe a partipacao de outro grande cantor compositor pernambucano, o grande Geraldo Azevedo, que com muita habilidade faz uma segunda voz de tirar o chapeu e merece a nossa lembranca. Abraco. (Descupe a falta de caracteres especiais.)
Luciano,
desculpe, uma palavra foi mal digitado, assim, onde escrevi impostão, leia-se, IMPOSTAÇÃO.
Desculpe essa gafe.
Luciano, você tem aquela impostão vocal que qualifica o locutor. Sua abordagem sobre o tema “Asa branca” é de grande conteúdo. Assim, por favor, para seus ouvintes, continue desenvolvendo esse tipo de trabalho que cultua nossa cultura brasileira.
Conheci a família de Luiz Gonzaga, Gonzaguinha foi meu amigo de juventude… pouco antes de Gonzagão falecer esteve no Hotel Quitandinha em Petrópolis a passeio e passamos um bom par de horas conversando… estava quase cego e de bengala.. mas a gargalhada e tbm a voz forte era a mesma que conheci em menina!
Obrigada por esse seu trabalho, me emocionou!
Parabéns Luciano!
Adoro o velho Lua, é do meu tempo, só que quando toco e canto Asa Branca peço licença a ele para mudar a letra. Não concordo com “adeus Rosinha…”, a Rosinha vai comigo se ficar o carcará pega…
Olá Luciano, como sempre o podshow está fantástico. Luiz Gonzaga e as tradições nordestinas nos mostram um Brasil realista que não deve, em momento algum imaginar-se “deitado eternamente em berço esplêndido”.
MUITO LEGAL! POIS ENSPIRA A NOSSA CRIATIVIDADE PARA ALCAÇARMOS NOSSOS OBJETIVOS NA VIDA, OBRIGADO!
Oi, Luciano.. tudo bem amigo.. gostei muito seu podshow…. cara você esqueceu de citar um todos maior cantores brasileiro.. e guarde adimirador de Asa Branca.. Gonzaguinha… RAUL SEIXAS…