Em 30 de Janeiro de 2009 às 9:55
Categorizado em Café Brasil Podcast
Todo mundo defende os portadores de deficiências físicas. Até que um deles apareça em sua casa, em seu trabalho em sua vida. Então descobrimos que as pessoas não querem se relacionar com eles. Querem se livrar deles. É esse o tema incômodo do podcast da semana. Teremos Teresa Costa d’Amaral, Ana Paula Crosara de Resende, o poeta português J.Carlos, Antonio Adolfo, Manuel Francisco Costa, Abel Ferreira, Arthur Moreira Lima e o conjunto Época de Ouro, Paulo Autran, Eliane Elias, Sergio Sá, MPB4, Sérgio Mendes e Roberto Carlos. Num programa que trata de algo muito sério. Apresentação de Luciano Pires.
O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em www.lucianopires.com.br/dlog


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Luciano, este programa merece BIS!
Tivemos um aluno diferente aqui, o Dudu,… ele fez a diferença para muitos de nós quando se igualou. E temos outros em crescimento por aqui.
Beijo no coração.
[...] This post was mentioned on Twitter by luciano pires, Bernadete de Paula. Bernadete de Paula said: RT @lucianopires: Hj é o dia internacional do Deficiente Físico. Tenho um podcast a respeito: http://bit.ly/7FeQvS [...]
[...] ou surdos… Daí a nova terminologia: “pessoa com deficiência”. … Veja o post completo clicando aqui. Post indexado de: [...]
Luciano, parabéns, por sua atitude falar de uma assunto que causa tanto repudio dentro de uma sociedade que ainda não aprendeu a viver com as diferenças, eles se acham tão normal, quando tem tantas deficiencas como qualquer um deficiente.
Luciano, parabéns, por sua atitude falar de uma assunto que causa tanto repudio dentro de uma sociedade que ainda não aprendeu a viver com as diferenças.
Realmente um tema delicado e deixado de lado por muitos anos. Chego a conclusão que, nós os “normais”, é que somos “Seres Diferentes” e precisamos ainda melhorar muito, evoluir muito ainda para entender e pensar mais na inclusão de nossos semelhantes com deficiências.
Dentre outras atividades, coordeno um curso Técnico em Informática para Internet e uma das nossas principais preocupações é a acessibilidade.
Além de diversas discussões, usamos sempre o vídeo criado pelo site “http://acessodigital.net/video.html” no qual o MAQ é um dos participantes.
Espero que esta matéria consiga sensibilizar outros Designers para que esta barreira e a evolução dos “normais” seja mais rápida.
Abraços inclusivos a todos.
Xará,adorei mais este programa,realmente tratar de um assunto dessa esfera requer muito conhecimento e sensibilidade.Infelizmente nossos irmãos deficientes são de muito esquecidos pelas autoridades e mesmo toda a sociedade.
Parabéns
Luciano,
Parabéns por ter tratado da Diferença e da Deficiência, dando uma força prá tornar “visíveis” este segmento de brasileiros (15% da população total, segundo o Censo IBGE 2000, números oficiais).
A seleção de pessoas, textos e músicas está bem legal.
Às vezes, eu ia “conversando” com vc ou melhor, com o autor do texto. Sou da turma que acha que o copo está meio cheio
Claro, ter uma deficiência não é exatamente “um passeio na pista”, como dizem os cariocas. Mas já foi muito pior, isso foi…a tecnologa, as leis, as cabeças estão mudando - prá melhor, felizmente.
A deficiência ainda não é vista com naturalidade, como uma as formas de viver o mundo. Podemos vivê-lo sendo gordos, ou baixos, ou louras, ou surdos…
Daí a nova terminologia: “pessoa com deficiência”. O termo “portador” caiu de moda. Ainda tem gente que usa, claro. Mas o Decreto Legislativo 186/2008 deixa isso claro. Afinal, “portar” quer dizer “carregar”, como faz a porta-estandarte, por exemplo. Mas ao fim do desfile, ela vai prum lado e o estandarte prum outro. A deficiência, não, faz parte da pessoa.
E há muitas PCD que vivem esta condição com naturalidade, com resiliência e alegria. Dias de tristeza? Fossa? Ora, quem não tem?? Faz parte de nossa natureza humana.
Enfim, vamos conversando, tirando esse tal “manto de invisibilidade”, que só funcionava legal pro Harry Potter
Muito bacana sua iniciativa! Vamos nessa!
Como diz o MAQ (Marco Antonio de Queiroz, http://www.bengalalegal.com):
Abraços inclusivos e fáceis de usar,
Marta Gil
Luciano,
Parabéns por ter tratado da Diferença e da Deficiência, dando uma força prá tornar “visíveis” estes aproximadamente 27 milhões de brasileiras e brasileiros (15% da população total, segundo o Censo IBGE 2000, números oficiais).
A seleção de pessoas, textos e músicas está bem legal.
Às vezes, eu ia “conversando” com vc ou melhor, com o autor do texto. Sou da turma que acha que o copo está meio cheio
Claro, ter uma deficiência não é exatamente “um passeio na pista”, como dizem os cariocas. Mas já foi muito pior, isso foi…a tecnologa, as leis, as cabeças estão mudando - prá melhor, felizmente.
A deficiência ainda não é vista com naturalidade, como uma as formas de viver o mundo. Podemos vivê-lo sendo gordos, ou baixos, ou louras, ou surdos…
Daí a nova terminologia: “pessoa com deficiência”. O termo “portador” caiu de moda. Ainda tem gente que usa, claro. Mas o Decreto Legislativo 186/2008 deixa isso claro. Afinal, “portar” quer dizer “carregar”, como faz a porta-estandarte, por exemplo. Mas ao fim do desfile, ela vai prum lado e o estandarte prum outro. A deficiência, não, faz parte da pessoa.
E há muitas PCD que vivem esta condição com naturalidade, com resiliência e alegria. Dias de tristeza? Fossa? Ora, quem não tem?? Faz parte de nossa natureza humana.
Enfim, vamos conversando, tirando esse tal “manto de invisibilidade”, que só funcionava legal pro Harry Potter
Muito bacana sua iniciativa! Vamos nessa!
Como diz o MAQ (Marco Antonio de Queiroz):
Abraços inclusivos e fáceis de usar,
Marta Gil
Caaaaracaaaaaa!!!
Esse foi de arrepiar heimmm!!!
O artigo do Manuel Francisco Costa entãoooooo…
Estou cursando Design Gráfico e percebo que sou um dos poucos “diferentes”, pouco percebem o que realmente importa que é algo que vai muito, muito além de cifrões…
Temos que ser “diferentes”!
Parabéns Luciano!!!