Eme Pê Bê

Categorizado em Café Brasil Podcast

mpbO podcast da semana trata de MPB. A música popular brasileira. Tem um texto interessante de Ruy Castro que diz que “MPB” não é a mesma coisa que “música popular brasileira”. E depois tem uma tremenda provocação sobre a evolução da nossa música desde o século passado. Na trilha tem uma baita festa… Maria Bethânia, Nana Caymmi, Gilberto Gil., Renato Motha e Patrícia Lobato, Orlando Silva, Nelson Gonçalves, Tom Jobim, Roberto Carlos, Fagner, 14 Bis, Marisa Monte, Pixinguinha, Julinho Marasi e Gutemberg. Ah, e o Bonde do Tigrão! Apresentação de Luciano Pires.

O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em www.lucianopires.com.br/dlog






30 comentários sobre “Eme Pê Bê”
  • henrique disse:    ( 25.01.2012 às 16:48 )

    Meu chapa que legal este programa, recebi a dica de um colega do trabalho. Agradeço ao meu colega pela dica e vc pelos 25min de raro prazer !!! Pena que já estamos em 2012 e vi que tem podcast desde de 2006. Em tempo qual seria uma boa tradução para podcast? abç Henrique


  • Adriano Cabral disse:    ( 23.06.2011 às 10:19 )

    Ola Sr Luciano, depois da bronca, tenho manifestado mais minhas opiniões sobre os pods, mas escuto varios, fica uma salada gostosa um turbilhão de comentários, enquanto escrevo este, estou escutando outro, é vicio!
    Mas em fim, só posso dizer uma coisa, que bom encontrar alguém que pensa como eu! E tenha meios e a criatividade para poder expressar isso as outras pessoas de forma simples e direta, simples não pois imagino a pesquisa que o Sr faz, acho íncrivel as trilhas musicais que o o Sr roda, tudo haver com texto! Impressionante! Por aqui tenho feito a minha parte meu trabalho de formiguinha: trabalho com jovens de 19 a 20 anos, quase todo dia falo dos seus podcastings ja distribui CDs, como os programas , mas infelizmente não posso colocar um fone de ouvido na cabeça daqueles caras e obrigar a escutar as coisas maravilhosas que falas. Isso tem que ser natural, mas esta dificil, mas se entre aqueles 20 tantos, se um acessar seu site ja me sinto um vitorioso, na verdade ja me sinto por escutar e ter privilégio de ouvir seus pods. Aprendo muito não sei se consigo aplicar, mas faço de tudo. Não quero me alongar, mas ja percebeste minha admiração e respeito pelo seu programa!
    Mas estou aqui escrevendo e ouvindo o Sr falar do futebol brasileiro, é o Pod Canta Patativa, mas digo, não sou um entusiasta do futebol, e o jogo do Brasil e Holanda, aqui em Goiania, fiquei decepcionado a iniciar pela postura de alguns jogadores durante o hino, ja vi jogadores com a boca fechada durante o hino, mas coçando o saco! Aí não dá(que coincidência ta rolando o Hino!) não lembro se era o Elano ou Fred, fiquei triste, o Sr sabe qual a referencia que tenho de jogador cantando o Hino de sua Pátria, com vontade com garra? MARADONA, é isso mesmo MARADONA, comentei com uns amigos fazendo a referencia do fato do jogador brasileiro, me disseram que naquela copa o Maradona tinha cheirado todas, não sei, mas não interessa é aquela imagem que até hoje não lembro qual foi a copa, que esta na minha memória na minha referência, MARADONA, cantando como um animal feroz, pronunciando letra por letra do Hino, cantando como um guerreiro, triste? Porque é um argentino nossos arqueinimigos, que tenho como referencia? Meu amigo nesse caso fico sem Pátria, pois o que me move nessa direção é a emoção que foi transmitida e não interessa se é africano, australiano, chines…falando em inimigo lembrei do programa Politicamnente incorreto, e se o Sr não fez, poderia fazer um pod, a respeito dessa bobagem de rivalidade até mortal de futebol, lembrando que na Argentina, eles não tem nada contra nós, segundo uma amiga que esteve lá, enfim acabe com mais esse mito ou até nos revele, Por que?
    Nossa ia falar do Eme Pe Be, mas posso só dizer uma coisa, tudo que o Sr falou esta “INEXORAVELMENTE” ligado a meu modo de pensar!
    VIDA LONGA AO CAFÉ BRASIL!
    Saúde e sabedoria!,


  • Daniel Dantas disse:    ( 06.04.2011 às 16:38 )

    Assim como eu não tinha esta perspectiva acerca da Eme Pê Bê, como um rótulo generalista para um instante da produção musical brasileira, penso que a educação musical também é deficiente em nosso país. Na verdade, há músicas de diversos gêneros, compositores e intérpretes geniais, mas ainda assim a musicilidade não é pauta nos currículos de educação fundamental e média neste celeiro de gêneros musicais.
    Sem dúvida a trilha sonora exposta neste e noutros podcasts demonstra assertivamente o quanto de música de qualidade já foi, ainda é e poderá continuar sendo produzida. Com isso, deixando apenas para uma minoria coisas medíocres e espúrias.
    Excelente.


  • Paulo Henrique disse:    ( 28.12.2010 às 22:49 )

    Excelente programa, Luciano!
    Nesse programa você tocou e citou alguns dos maiores e melhores representantes da música brasileira. E isso é o que importa.
    A boa Música geralmente acompanha a Poesia. E vice-versa.
    Com o tempo a sociedade muda, o povo muda e as músicas seguem essa tendência também.
    Décadas atrás a música que se ouvia nas ruas e rádios brasileiras era uma música de elevado valor Levava-se em conta a técnica do intérprete, as rimas, as inovações da composição melódica, as nuances e figuras de linguagens. Almirante, Noel Rosa, Vicente Celestino, Adoniran Barbosa!
    Música Boa e Popular continua sendo produzida aos montes, nos quintos cantos do Brasil. Tomara que essa qualidade musical alcance as massas que estão submersas na programação televisiva nacional.
    Estou feliz, ouço Café Brasil. Mantenho a sanidade e não pretendo influenciar ninguém. Cada um tem seu momento, sua história. A vida é mestre na arte de nos ensinar muitas – e necessárias - lições.
    Que a boa música refresque noss’alma.


  • Denison disse:    ( 14.11.2010 às 23:23 )

    Agradabilíssimo ouvir ao Café Brasil. Parabéns!


  • 80 – Eme Pê Bê – Ótimo Podcast Do Café Brasil Por Luciano Pires « Blog Waiting Room disse:    ( 04.09.2010 às 22:49 )

    [...] Clique aqui para ouvir [...]


  • Gerson disse:    ( 01.08.2010 às 9:19 )

    Que delícia este site. Eu recomendo.


  • Ida Maria de G. B. Negri disse:    ( 21.04.2010 às 10:09 )

    Poxa… Posso respirar “ar” limpo, ou seja, ouvir
    música de qualidade!!! Como profª de Port. não poderia deixar de registrar minha indignação qdo preciso de uma referência de música para trabalhar e meus atuais alunos não gostam das quais proponho, para análise, para argumentação etc. Infelizmente, tornaram-se uma geração “pobre” de repertório musical, de preferências e gostos pra lá de questionáveis. Mas ainda vou continuar sendo “piegas”, dissiminando qualidade e cultura! Quem sabe um dia eles acreditem que a mediocridade contagia e que ser tão seletivo, gostar de ler e ouvir MPB é ser “culto”, é saber ter uma boa conversa e transar todos os estilos para poder escolher o seu, sem ir na onda ou influência dos “pocotozeiros”…
    Tomara que um dia eu consiga fazer com que meus alunos saibam o que signifique: “… Um peixe, para enfeitar de corais tua cintura, fazer silhuetas de amor à luz da Lua, saciar esta loucura dentro de ti…”, ou ainda “ … já não dá mais pra viver um sentimento sem sentido, eu preciso descobrir a emoção de estar contigo…” e ainda, “Meu bem querer é segredo, é sagrado, está sacramentado em meu coração…”. Esperança é o que me move!!!


  • Ida Maria de G. B. Negri disse:    ( 21.04.2010 às 9:41 )

    Poxa… Posso respirar “ar” limpo ou seja, ouvir
    música de qualidade!!! Como profª de Port. não poderia deixar de registrar minha indignação qdo preciso de uma referência de música e meus atuais alunos não gostam das quais proponho, para análise, para argumentação etc. Infelizmente, tornaram-se uma geração “pobre” de repertório musical, de preferências e gostos pra lá de questionáveis. Mas ainda vou continuar sendo “piegas”, dissiminando qualidade e cultura! Quem sabe um dia eles acreditem que a mediocridade contagia e que ser tão seletivo, gostar de ler e ouvir MPB é ser “culto”, é saber ter uma boa conversa e transar todos os estilos para poder escolher o seu sem ir na onda ou influência dos “pocotozeiros”…


  • RODOLFO L BRANCHER disse:    ( 21.04.2010 às 9:00 )

    é…. cada dia, acho que, deveria ter nascido nos meados de 1930, acho melhor para o mundo! vou descer aqui, e quem sabe.. voltar a pé, e curtindo todo o caminho de volta!


  • Beatrizinha disse:    ( 01.04.2010 às 17:41 )

    :) Ótimo


  • Hidelbrando Correa disse:    ( 20.09.2009 às 22:33 )

    Fantástico: do começo ao fim. AOS MEUS HEROIS então, tá demais! Confesso que não conhecia. Tô fazendo a minha parte Luciano: falando prá todo mundo. Minha mulher que é muito exigente com música, fiocu encantada quando ouviu também. Podeira citar aqui muitos outros Podcasts que você já lançou. Hoje aguardo as sextas-feiras para ver o que temos de novo. Enfim fantástico, fantástico! Grande abraço.


  • Hidelbrando Correa disse:    ( 20.09.2009 às 22:30 )

    Fantástico: do começo ao fim. AOS MEUS HEROIS então, tá fantástico! Confesso que não conhecia. Tô fazendo a minha parte Luciano: falando prá todo mundo. Minha mulher que é muito exigente com música, fiocu encantada quando ouviu também. Podeira citar aqui muitos outros Podcasts que você já lancou. Hoje aguardo as sextas-feiras para ver o que temos de novo. Enfim fantástico, fantástico! Grande abraço.


  • Luiz Henrique Miranda disse:    ( 11.09.2009 às 2:35 )

    Olá, Luciano: a música latina ajuda compor a MPB na perspectiva seletiva da qualidade que emprega o bom gosto explícito no podcast da semana? Na era web de amores diversos, no espaço do tempo real, superam a década, o século e vislumbram a eternidade efêmera, sublime na interatividade? 2.0 ou 3.0, navegamos em busca do momento, que é este, que já se foi e será? Palavras musicadas e musicas palavriadas… Poesias indispensáveis! Acessíveis a partir de um play, que revela, emociona e promove o eu, de tantos eus mais ou menos inteligentes. É a cabeça irmão!


  • Luiz Henrique Miranda disse:    ( 11.09.2009 às 2:17 )

    Olá, Luciano: a música latina ajuda compor a MPB na perspectiva seletiva da qualidade que emprega o bom gosto explícito do podcast da semana?


  • Katia Giurni disse:    ( 04.09.2009 às 10:15 )

    Nooooosssa tô tão Feliz…um programa que tocou minha musica preferida…Julinho Marassi e Gutemberg…..e tantas outras..que conteudo…Parabéns.


  • Inacio Jose dos Santos disse:    ( 25.07.2009 às 11:57 )

    Ha.. os erros em portugues foi proposital oce ententendeu ne.


  • Inacio Jose dos Santos disse:    ( 25.07.2009 às 11:35 )

    Luciano vc e D+ Brasileiro Pocoto e o bicho… Eme pê bê então oce arrebentou.

    Continue assim, Passando conhecimentos e cultura para o povo brasilero… Não para o mundo… Pois todos apreden com vc. Parabens…. Voce é o bicho cara. Tem conhecimentos, sabe e gosta de repassar… precisamos de + brasileros como vc.


  • Guerra Polifônica « Mondo de Aline disse:    ( 18.06.2009 às 13:35 )

    [...] Café Brasil que ouvi hoje falava sobre o empobrecimento da linguagem. O que pesquisei para esse post (e já tá baixando, direto pro mp4!) é sobre MPB, Música Popular Brasileira. Não sou elitista nem preconceituosa, sou é uma grande ignorante. Ali [...]


  • Marco Osorio disse:    ( 15.05.2009 às 18:49 )

    Me desculpem, mas preciso acrescentar algo…
    É que não havia escutado o podcast em sua totalidade quando escrevi o último comentário, portanto quero registrar que - acusem-me de ser piegas - quase chorei ao ouvir AOS MEUS HERÓIS.

    Tenho 36 anos e as músicas citadas em “Aos meus heróis” estiveram presentes em toda a minha vida.

    Fico feliz demais de saber que o Brasil ainda produz grandes temas, como “Como nossos pais”, “As rosas não falam”, “Bandolins” (isto só pra citar os nomes que me saltam aos olhos), mas me deixa triste constatar que o que vende de verdade são os pocotós…
    Sempre digo a minha esposa: “hoje em dia a gente cantarola as músicas que ouvíamos quando éramos crianças, como por exemplo “bem que se quis…”, e é triste saber que daqui a alguns anos nossos filhos vão cantarolar “vai dançando na boquinha da garrafa, é na boquinha da garrafa”…

    Não sou melacólico (talvez um pouquinho), apenas queria que a cultura que é vendida com mais presença na mídia fosse mais parecida como a umas duas décadas atrás: mais conteúdo e menos volume.

    Despocotize-se já!


  • Marco Osorio disse:    ( 15.05.2009 às 18:23 )

    ESPETACULAR!!!
    Está ficando difícil escolher o melhor.
    Falando da minha listinha de preferências, até algumas semanas atrás Referências estava no topo (seguido de pertinho por Escutatória). Foi acidental mas brutamente colocado em segundo lugar quando ouvi Eme Pê Bê.
    Não é que Referências merecesse ser rebaixado, mas a razão é que é impossível ouvir Eme Pê Bê sem colocá-lo no topo da lista dos melhores podcasts (ou será podcastes?) do Luciano Pires!!!
    Luciano, você soube expressar extremamente bem o meu pesar de ouvir a maravilha que é “vou aparar pela rabiola”. Parabéns!!!
    Por falar nisto, precisei de muito tempo pra entender este verso :-)
    Marco


  • Luiz Guilherme disse:    ( 10.05.2009 às 22:03 )

    Luciano,
    tenho apenas 20 anos de idade, ouvi muito pouco dos nomes citados no programa, mas por este pouco eu me apaixonei, e concerteza não existe nada hodierno que se compare com aquela “MPB”…Gostaria de ter “pegado” essa época da nossa música…
    Mas ainda tenho esperança de ver uma revolução de música inteligente e poética em nosso país.
    “Aos meus heróis”, tocada ai final do podcast deu um gas a mais nessa esperança.

    Abraço, e parabéns pelo excelente trabalho de “despocotização”, me considere um soldado do exército “despocotizante”.


  • Paulo de T. M. Bastos disse:    ( 06.05.2009 às 16:58 )

    Maravilha!
    Fiquei muito arrepiado e emocionado com o Eme Pê Bê.
    Principalmente com “Quem Sabe”, de Carlos Gomes.
    Me fez viajar imediatamente para a minha primeira infância: minha mãe e avós cantando!
    Não só essa mas os sucessos de Orlando Silva, Nelson Gonçalves, Lamartine Babo, Noel Rosa tantos outros.
    Numa certa época eu mesmo rotulava as músicas das décadas de 50 para trás com o nome de velharia.
    Agora, com 58 anos, gosto de tudo qualquer estilo e qualquer música ou canção, que mereça esta denominação e é como você diz, essencial como o ar que respiro para me manter são.
    MPB - Maravilha Popular Brasileira: toda música brasileira que nos inspira amor, limpeza de coração e despoluição mental
    Parabéns Luciano! Continue assim!
    Um abraço e muita saúde,
    Paulo Bastos


  • Paulo de T. M. Bastos disse:    ( 06.05.2009 às 16:55 )

    Maravilha!
    Fiquei muito arrepiado e emocionado com o Eme Pê Bê.
    Principalmente com Quem Sabe de Carlos Gomes.
    Me fez viajar imediatamente para a minha primeira infância: minha mãe e avós cantando!
    Não só essa mas os sucessos de Orlando Silva, Nelson Gonçalves, Lamartine Babo, Noel Rosa tantos outros.
    Numa certa época eu mesmo rotulava as músicas das décadas de 50 para trás com o nome de velharia.
    Agora, com 58 anos, gosto de tudo qualquer estilo e qualquer música ou canção, que mereça esta denominação e é como você diz, essencial como o ar que respiro para me manter são.
    MPB - Maravilha Popular Brasileira: toda música brasileira que nos inspira amor, limpeza de coração e despoluição mental
    Parabéns Luciano! Continue assim!
    Um abraço e muita saúde,
    Paulo Bastos


  • Iara disse:    ( 06.05.2009 às 12:30 )

    Faz muito tempo que nao leio nada tao verdadeiro e necessario.Tenho dois netos e lastimo por eles nao terem tido a sorte que tive,de conhecer,gostar e admirar a musica popular brasileira,propriamente dita.Tento infundir-lhe esse prazer,mas,como competir com os meios de comunicacao que nao dao treguas aos nossos ouvidos…Parabens pela materia.


  • Arnaldo Martins disse:    ( 06.05.2009 às 8:27 )

    É lamentável Luciano, porém, graças a “sentelhas” nostáugicas igual a seu programa, podemos ainda resgatar preciosas pérolas de nossa verdadeira música brasileira.
    Obrigado.


  • Café do Brasil « Abluesado disse:    ( 02.05.2009 às 14:26 )

    [...] Clique e ouça o podcast Café Brasil - Eme Pê Bê, por Luciano Pires. [...]


  • Rogério Peixoto disse:    ( 02.05.2009 às 11:50 )

    Luciano,
    muito bacana esta “progressão musical histórica” e as devidas comparações e considerações de tipo musical.
    Parabéns !
    Um abraço.


  • Jota Fagner disse:    ( 01.05.2009 às 16:41 )

    Lixo cultural existe em qualquer parte do país. Assim como também existe muita coisa boa sendo feita pelo mercado alternativo em todas as regiões do país. Sinceramente nem dá pra comparar Agepê e Wando com o que é produzido atualmente.
    Na minha querida Bahia essa história começou com Luís Caldas e Sara Jane.
    Mas, Raul é baiano, Marcelo Nova também, sem falar de Caetano e Gil… Caymmi’s e tutti quanti.
    Muito Bom programa Luciano!


  • Sizenando Silveira Alves disse:    ( 30.04.2009 às 15:33 )

    Luciano, a hora em que você colocou o “pancadão” me doeu a alma. Deu vontade de chorar de agonia.

    Mas o problema é anterior. As gravadoras não criaram esses troços do nada. Se você procurar a produção de um certo segmento da música nordestina (Calcinha Preta, Café Cuado - sic -, Mastruz com Leite, Forró Babysom e outras quejandas), verá que a semente do desastre está lá, bem como em alguns sambistas “brejeiros e sensuais” como Agepê e Wando. Mais alguns “sertanejos” falando que querem ser a toalha enxugando o corpo da garota e por aí vai…

    Falar de amor como pornografia. Daí pra falar na base da porrada é um pulinho.

    Enfins… Paciência.

    Ôh, tristeza…!


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