Eme Pê Bê

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mpbO podcast da semana trata de MPB. A música popular brasileira. Tem um texto interessante de Ruy Castro que diz que “MPB” não é a mesma coisa que “música popular brasileira”. E depois tem uma tremenda provocação sobre a evolução da nossa música desde o século passado. Na trilha tem uma baita festa… Maria Bethânia, Nana Caymmi, Gilberto Gil., Renato Motha e Patrícia Lobato, Orlando Silva, Nelson Gonçalves, Tom Jobim, Roberto Carlos, Fagner, 14 Bis, Marisa Monte, Pixinguinha, Julinho Marasi e Gutemberg. Ah, e o Bonde do Tigrão! Apresentação de Luciano Pires.

O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em www.lucianopires.com.br/dlog






23 comentários sobre “Eme Pê Bê”
  • Ida Maria de G. B. Negri disse:    ( 21.04.2010 às 10:09 )

    Poxa… Posso respirar “ar” limpo, ou seja, ouvir
    música de qualidade!!! Como profª de Port. não poderia deixar de registrar minha indignação qdo preciso de uma referência de música para trabalhar e meus atuais alunos não gostam das quais proponho, para análise, para argumentação etc. Infelizmente, tornaram-se uma geração “pobre” de repertório musical, de preferências e gostos pra lá de questionáveis. Mas ainda vou continuar sendo “piegas”, dissiminando qualidade e cultura! Quem sabe um dia eles acreditem que a mediocridade contagia e que ser tão seletivo, gostar de ler e ouvir MPB é ser “culto”, é saber ter uma boa conversa e transar todos os estilos para poder escolher o seu, sem ir na onda ou influência dos “pocotozeiros”…
    Tomara que um dia eu consiga fazer com que meus alunos saibam o que signifique: “… Um peixe, para enfeitar de corais tua cintura, fazer silhuetas de amor à luz da Lua, saciar esta loucura dentro de ti…”, ou ainda “ … já não dá mais pra viver um sentimento sem sentido, eu preciso descobrir a emoção de estar contigo…” e ainda, “Meu bem querer é segredo, é sagrado, está sacramentado em meu coração…”. Esperança é o que me move!!!


  • Ida Maria de G. B. Negri disse:    ( 21.04.2010 às 9:41 )

    Poxa… Posso respirar “ar” limpo ou seja, ouvir
    música de qualidade!!! Como profª de Port. não poderia deixar de registrar minha indignação qdo preciso de uma referência de música e meus atuais alunos não gostam das quais proponho, para análise, para argumentação etc. Infelizmente, tornaram-se uma geração “pobre” de repertório musical, de preferências e gostos pra lá de questionáveis. Mas ainda vou continuar sendo “piegas”, dissiminando qualidade e cultura! Quem sabe um dia eles acreditem que a mediocridade contagia e que ser tão seletivo, gostar de ler e ouvir MPB é ser “culto”, é saber ter uma boa conversa e transar todos os estilos para poder escolher o seu sem ir na onda ou influência dos “pocotozeiros”…


  • RODOLFO L BRANCHER disse:    ( 21.04.2010 às 9:00 )

    é…. cada dia, acho que, deveria ter nascido nos meados de 1930, acho melhor para o mundo! vou descer aqui, e quem sabe.. voltar a pé, e curtindo todo o caminho de volta!


  • Beatrizinha disse:    ( 01.04.2010 às 17:41 )

    :) Ótimo


  • Hidelbrando Correa disse:    ( 20.09.2009 às 22:33 )

    Fantástico: do começo ao fim. AOS MEUS HEROIS então, tá demais! Confesso que não conhecia. Tô fazendo a minha parte Luciano: falando prá todo mundo. Minha mulher que é muito exigente com música, fiocu encantada quando ouviu também. Podeira citar aqui muitos outros Podcasts que você já lançou. Hoje aguardo as sextas-feiras para ver o que temos de novo. Enfim fantástico, fantástico! Grande abraço.


  • Hidelbrando Correa disse:    ( 20.09.2009 às 22:30 )

    Fantástico: do começo ao fim. AOS MEUS HEROIS então, tá fantástico! Confesso que não conhecia. Tô fazendo a minha parte Luciano: falando prá todo mundo. Minha mulher que é muito exigente com música, fiocu encantada quando ouviu também. Podeira citar aqui muitos outros Podcasts que você já lancou. Hoje aguardo as sextas-feiras para ver o que temos de novo. Enfim fantástico, fantástico! Grande abraço.


  • Luiz Henrique Miranda disse:    ( 11.09.2009 às 2:35 )

    Olá, Luciano: a música latina ajuda compor a MPB na perspectiva seletiva da qualidade que emprega o bom gosto explícito no podcast da semana? Na era web de amores diversos, no espaço do tempo real, superam a década, o século e vislumbram a eternidade efêmera, sublime na interatividade? 2.0 ou 3.0, navegamos em busca do momento, que é este, que já se foi e será? Palavras musicadas e musicas palavriadas… Poesias indispensáveis! Acessíveis a partir de um play, que revela, emociona e promove o eu, de tantos eus mais ou menos inteligentes. É a cabeça irmão!


  • Luiz Henrique Miranda disse:    ( 11.09.2009 às 2:17 )

    Olá, Luciano: a música latina ajuda compor a MPB na perspectiva seletiva da qualidade que emprega o bom gosto explícito do podcast da semana?


  • Katia Giurni disse:    ( 04.09.2009 às 10:15 )

    Nooooosssa tô tão Feliz…um programa que tocou minha musica preferida…Julinho Marassi e Gutemberg…..e tantas outras..que conteudo…Parabéns.


  • Inacio Jose dos Santos disse:    ( 25.07.2009 às 11:57 )

    Ha.. os erros em portugues foi proposital oce ententendeu ne.


  • Inacio Jose dos Santos disse:    ( 25.07.2009 às 11:35 )

    Luciano vc e D+ Brasileiro Pocoto e o bicho… Eme pê bê então oce arrebentou.

    Continue assim, Passando conhecimentos e cultura para o povo brasilero… Não para o mundo… Pois todos apreden com vc. Parabens…. Voce é o bicho cara. Tem conhecimentos, sabe e gosta de repassar… precisamos de + brasileros como vc.


  • Guerra Polifônica « Mondo de Aline disse:    ( 18.06.2009 às 13:35 )

    [...] Café Brasil que ouvi hoje falava sobre o empobrecimento da linguagem. O que pesquisei para esse post (e já tá baixando, direto pro mp4!) é sobre MPB, Música Popular Brasileira. Não sou elitista nem preconceituosa, sou é uma grande ignorante. Ali [...]


  • Marco Osorio disse:    ( 15.05.2009 às 18:49 )

    Me desculpem, mas preciso acrescentar algo…
    É que não havia escutado o podcast em sua totalidade quando escrevi o último comentário, portanto quero registrar que - acusem-me de ser piegas - quase chorei ao ouvir AOS MEUS HERÓIS.

    Tenho 36 anos e as músicas citadas em “Aos meus heróis” estiveram presentes em toda a minha vida.

    Fico feliz demais de saber que o Brasil ainda produz grandes temas, como “Como nossos pais”, “As rosas não falam”, “Bandolins” (isto só pra citar os nomes que me saltam aos olhos), mas me deixa triste constatar que o que vende de verdade são os pocotós…
    Sempre digo a minha esposa: “hoje em dia a gente cantarola as músicas que ouvíamos quando éramos crianças, como por exemplo “bem que se quis…”, e é triste saber que daqui a alguns anos nossos filhos vão cantarolar “vai dançando na boquinha da garrafa, é na boquinha da garrafa”…

    Não sou melacólico (talvez um pouquinho), apenas queria que a cultura que é vendida com mais presença na mídia fosse mais parecida como a umas duas décadas atrás: mais conteúdo e menos volume.

    Despocotize-se já!


  • Marco Osorio disse:    ( 15.05.2009 às 18:23 )

    ESPETACULAR!!!
    Está ficando difícil escolher o melhor.
    Falando da minha listinha de preferências, até algumas semanas atrás Referências estava no topo (seguido de pertinho por Escutatória). Foi acidental mas brutamente colocado em segundo lugar quando ouvi Eme Pê Bê.
    Não é que Referências merecesse ser rebaixado, mas a razão é que é impossível ouvir Eme Pê Bê sem colocá-lo no topo da lista dos melhores podcasts (ou será podcastes?) do Luciano Pires!!!
    Luciano, você soube expressar extremamente bem o meu pesar de ouvir a maravilha que é “vou aparar pela rabiola”. Parabéns!!!
    Por falar nisto, precisei de muito tempo pra entender este verso :-)
    Marco


  • Luiz Guilherme disse:    ( 10.05.2009 às 22:03 )

    Luciano,
    tenho apenas 20 anos de idade, ouvi muito pouco dos nomes citados no programa, mas por este pouco eu me apaixonei, e concerteza não existe nada hodierno que se compare com aquela “MPB”…Gostaria de ter “pegado” essa época da nossa música…
    Mas ainda tenho esperança de ver uma revolução de música inteligente e poética em nosso país.
    “Aos meus heróis”, tocada ai final do podcast deu um gas a mais nessa esperança.

    Abraço, e parabéns pelo excelente trabalho de “despocotização”, me considere um soldado do exército “despocotizante”.


  • Paulo de T. M. Bastos disse:    ( 06.05.2009 às 16:58 )

    Maravilha!
    Fiquei muito arrepiado e emocionado com o Eme Pê Bê.
    Principalmente com “Quem Sabe”, de Carlos Gomes.
    Me fez viajar imediatamente para a minha primeira infância: minha mãe e avós cantando!
    Não só essa mas os sucessos de Orlando Silva, Nelson Gonçalves, Lamartine Babo, Noel Rosa tantos outros.
    Numa certa época eu mesmo rotulava as músicas das décadas de 50 para trás com o nome de velharia.
    Agora, com 58 anos, gosto de tudo qualquer estilo e qualquer música ou canção, que mereça esta denominação e é como você diz, essencial como o ar que respiro para me manter são.
    MPB - Maravilha Popular Brasileira: toda música brasileira que nos inspira amor, limpeza de coração e despoluição mental
    Parabéns Luciano! Continue assim!
    Um abraço e muita saúde,
    Paulo Bastos


  • Paulo de T. M. Bastos disse:    ( 06.05.2009 às 16:55 )

    Maravilha!
    Fiquei muito arrepiado e emocionado com o Eme Pê Bê.
    Principalmente com Quem Sabe de Carlos Gomes.
    Me fez viajar imediatamente para a minha primeira infância: minha mãe e avós cantando!
    Não só essa mas os sucessos de Orlando Silva, Nelson Gonçalves, Lamartine Babo, Noel Rosa tantos outros.
    Numa certa época eu mesmo rotulava as músicas das décadas de 50 para trás com o nome de velharia.
    Agora, com 58 anos, gosto de tudo qualquer estilo e qualquer música ou canção, que mereça esta denominação e é como você diz, essencial como o ar que respiro para me manter são.
    MPB - Maravilha Popular Brasileira: toda música brasileira que nos inspira amor, limpeza de coração e despoluição mental
    Parabéns Luciano! Continue assim!
    Um abraço e muita saúde,
    Paulo Bastos


  • Iara disse:    ( 06.05.2009 às 12:30 )

    Faz muito tempo que nao leio nada tao verdadeiro e necessario.Tenho dois netos e lastimo por eles nao terem tido a sorte que tive,de conhecer,gostar e admirar a musica popular brasileira,propriamente dita.Tento infundir-lhe esse prazer,mas,como competir com os meios de comunicacao que nao dao treguas aos nossos ouvidos…Parabens pela materia.


  • Arnaldo Martins disse:    ( 06.05.2009 às 8:27 )

    É lamentável Luciano, porém, graças a “sentelhas” nostáugicas igual a seu programa, podemos ainda resgatar preciosas pérolas de nossa verdadeira música brasileira.
    Obrigado.


  • Café do Brasil « Abluesado disse:    ( 02.05.2009 às 14:26 )

    [...] Clique e ouça o podcast Café Brasil - Eme Pê Bê, por Luciano Pires. [...]


  • Rogério Peixoto disse:    ( 02.05.2009 às 11:50 )

    Luciano,
    muito bacana esta “progressão musical histórica” e as devidas comparações e considerações de tipo musical.
    Parabéns !
    Um abraço.


  • Jota Fagner disse:    ( 01.05.2009 às 16:41 )

    Lixo cultural existe em qualquer parte do país. Assim como também existe muita coisa boa sendo feita pelo mercado alternativo em todas as regiões do país. Sinceramente nem dá pra comparar Agepê e Wando com o que é produzido atualmente.
    Na minha querida Bahia essa história começou com Luís Caldas e Sara Jane.
    Mas, Raul é baiano, Marcelo Nova também, sem falar de Caetano e Gil… Caymmi’s e tutti quanti.
    Muito Bom programa Luciano!


  • Sizenando Silveira Alves disse:    ( 30.04.2009 às 15:33 )

    Luciano, a hora em que você colocou o “pancadão” me doeu a alma. Deu vontade de chorar de agonia.

    Mas o problema é anterior. As gravadoras não criaram esses troços do nada. Se você procurar a produção de um certo segmento da música nordestina (Calcinha Preta, Café Cuado - sic -, Mastruz com Leite, Forró Babysom e outras quejandas), verá que a semente do desastre está lá, bem como em alguns sambistas “brejeiros e sensuais” como Agepê e Wando. Mais alguns “sertanejos” falando que querem ser a toalha enxugando o corpo da garota e por aí vai…

    Falar de amor como pornografia. Daí pra falar na base da porrada é um pulinho.

    Enfins… Paciência.

    Ôh, tristeza…!


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