Em 11 de Março de 2011 às 12:38
Categorizado em Café Brasil Podcast
No programa da semana tentaremos definir o que significa a palavra “empreendedor” que tanto anda na moda. Empreendedor é coisa de gente moderna? Evidentemente que não! E será que dá pra aprender a ser um? Evidente que sim! Mas para isso é preciso doses maciças de um atributo que anda em falta no mercado: atitude. Na trilha sonora…Bem, você já sabe, né? Secos e Molhados, Chiquinha Gonzaga, o Grupo Quebrando o Galho, Fábio com Tim Maia, Ednardo e Seu Jorge. Apresentação de Luciano Pires.
O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em http://www.portalcafebrasil.com.br/dlog


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Olá Luciano, me identifiquei muito com o tema dessa edição. Comecei minha carreira em 2000 e em 2003 parti para o projeto “Empreender”, percorri todas as etapas de um novo “Empresário”, montei minha produtora de sites em um incubadora da Fiesp, fiz Empretec no Sebrae, cursos de liderança, busquei parcerias, etc etc etc. Porem não venci, como muitos que abrem empresas depois de 2 ou 3 anos abri mão e voltei a ser um empregado em um agência. Porem hoje percebo o quanto de “Empreendedor” me tornei em minha atividade atual, sempre buscando novidades e de fato fazendo diferença, o resultado disso tudo? Realização profissional! Esse Cast só me deu oxigênio para seguir em frente! Parabéns pelo trabalho e um grande abraço, seu amigo Du D’ Elboux.
Olá Luciano,
Não me considero alguém com perfil empreendedor, apesar disso tenho uma “firma” a pouco mais de 7 anos. Desde moleque meu sonho era ser “desenhista” e , com algumas pequenas adaptações, acabei me tornando o que sonhava. Gosto do que faço.
O que por vezes me faz enxergar o sonho como pesadelo é a pesada carga tributária. São verdadeiros baldes de água frio na vida de “dono de firma”.
Buscamos aqui ter uma postura ética, pagamos integralmente os impostos, por mais pesados que sejam, na esperança (ou ilusão) de que estes serão aplicados como deveriam, e não embolsados por aqueles que legislam em causa própria. Afinal, se quero que o Brasil mude tenho que fazer a minha parte. Tentando tirar algo bom disso tudo, pagar os impostos mensalmente e os malabares que faço para que estes sejam pagos em dia me tornam um pouco mais empreendedor.
Abraço,
Olá Luciano!
A primeira vez que ouvi seu programa fiquei chocada! Me deixei levar e me tornei uma brasileira pocoto… felizmente reverti esse quadro graças aos ‘provocantes’ podcasts que você e sua equipe fazem brilhantemente!!!
Aos 24 anos estou super disposta para explorar a cultura (verdadeira) do nosso país, a música, os livros…
Parabéns a todos da equipe! Estou ansiosa para dar uma olhada nos seus livros!!!
Parabés!
Vou contar minha experiência com o café Brasil. Sou editor do informativo local da cidade, que adotei. Sou Carioca, mas moro a um bom tempo em Piquet Carneiro - CE. Cidade de pouco mais de 15 Mil habitantes. Apesar de apaixonado por essa cidade, e pelo interior do Ceará, tenho uma dificuldade tremenda com o gosto musical local. AQUI SÓ TOCA FORRO. Forro com letras que fariam Luiz Gonzaga ter vergonha de ser chamado de forrozeiro.
Depois de ouvir o Café Brasil percebi o tamanho da minha ignorância, quando o assunto é Música brasileira. Acreditando que podia fazer algo por minha cidade, que certamente tem vários na mesma situação, fiz uma proposta ao meu pai, que tem um programa musical todo sábado na unica radio local, oferecer uma musica por sábado, e assim tenho feito, já há um mês. A primeira musica que ofereci foi Julinho Marassi & Gutemberg - Aos meus heróis, influenciado, é claro, por um de meus treinadores intelectuais Luciano Pires.
Mais uma coisa, gostaria de ouvir no podcast Marcela Biasi.
Ola, Primeiro gosataria de parabenizar pelo excelentíssimo Conteudo, acho que ja no inicio você conseguio MATAR a pau, com a Frase, somos ensinados desde pequenos a sermos empregados. Estudamos muito para trabalhar para os outro, Acho que este é o problema de algumas firmas nao virarem, falta o “ensino” de empreendedorismo, Lucian, OTIMO SEU POSCAST, è a luz da minha inovação de toda semana, Segue um link que acho que você ira gostar de Waldez Ludwig- http://www.youtube.com/watch?v=gDJkbsfT55w
Caro Luciano!
O termo “empresário” pra mim era uma coisa respeitável, muito séria e burocrática.
Empresário era alguém que vivia num mundo além do mundo, inacessível. Não havia tanta informação sobre essa “categoria de gente”.
Depois me dei conta que eu, se assim o desejasse, também podia fazer parte dessa categoria.
O brasileiro tem fama de empreendedor. Que tipo de empreendedorismo? Sabe-se que a abertura de empresa no Brasil é bastante fácil. O difícil é fechá-la depois. Que o digam os milhares de depoimentos de ex-empresários! Realmente, “Cada país tem o empreendedor que merece”.
Poderias engrossar o caldo desse programa falando sobre o salário mínimo nacional.
Olá Luciano,
sempre ouço e nunca comento, mas essa publicação sua foi direcionada para mim.
Tenho 25 anos, sou descendente de uma família de médicos, sou formado em comunicação, mas hoje em dia sou empreendedor. Tenho uma pequena cafeteria em belo horizonte e relaciono toda essa teoria com a minha realidade.
Hoje em dia existem muitas dificuldades para se ter uma empresa legalizada,passei anos planejando, trabalhei por 18 horas/dia por muito tempo e apanhei muito até aprender. Acredito que com a melhoria dos serviços, o investimento em agregar valor aos nossos produtos e, principalmente a educação, a coisa há de mudar.
Hoje em dia faço MBA em Gestão Empresarial e sei que não existe negócio perfeito. O mais inteligente e o mais motivado levam sempre uma vantagem.
Gostaria de propor um episódio sobre café, interessam?