Em 17 de Março de 2011 às 19:30
Categorizado em Café Brasil Podcast
Dinheiro… O mundo gira em torno dele. E eu não acho que isso seja necessariamente ruim. O problema é quando tudo se resume a só dinheiro. É sobre as pressões para ganhar dinheiro que vamos falar no programa de hoje, a partir de um email que recebemos de um ouvinte que fez uma grande provocação. Tem gente que vai se incomodar, sabe? Tudo bem. Cada um sabe se deve ser fogo ou água… Na trilha sonora, Mula Manca e a Fabulosa Figura, Moacyr Franco, Zé da Velha e Silvério Pontes, Bezerra da Silva, Emilinha Borba e Edvaldo Santana. Apresentação de Luciano Pires, o pobre.
O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em http://www.portalcafebrasil.com.br/dlog


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Sr Luciano, esse foi de mais, se me sentia bem ouvindo as suas preleções, agora estou muito mais, depois desse programa.lembro que quando conseguiram o apoio do ITAU, fiquei também confuso e alegre, claro mas não tive a visão do conterrâneo, que fiquei também perplexo ao ouvir o sr lendo a carta dele e mais ainda com a sua resposta magnífica, nos mostra o que é a inteligência aliada a sabedoria. Li todos os comentários, mas teve um que resumiu tudo em que diz mais ou menos assim” sinto q o Sr quer o melhor para o nosso país, é isso que quero também” e outro acho que foi o Fabricio mesmo, antes Café com o ITAU do que sem Café! Parabéns
Saúde e sabedoria!
Olá Luciano!
Gostei muito deste ‘episódio’ do teu programa, acho que o Fabricio se expressou bem e muitas pessoas sentem o mesmo que ele em relação a Bancos, mas admiro o modo como se saiu em relação a questão, você sabe mesmo usar da “implicidade”, por exemplo, aos 5:00 minutos de programa o Fabricio dizia: NÃO EXISTE BANCO BOM, e tocou uma musica em nivel mais alto e ficaste calado, deixando todos do lado de cá com um sorriso no rosto (pelo menos eu!), você realmente sabe muito bem o que diz e ‘como’ diz, perdão por não postar um comentário a cada programa, sou um cara simples que não goza de um vocabulário muito extenso, um daqueles invisiveis que comentaste outro dia e foi durante a minha invisibilidade que ouvi este. Tenho dezenas de outros programas gravados no meu pc, em dvd’s que gravei (mp3) e em meu celular, enfim, meus parabéns !!!
Ainda não ouvi este podcast, porém o nome dele me fez pensar:
“Imagine se R$1.300.000,00 que foi para o blog da Maria Bethânia tivesse ido para você?”
Pena que não depende de mim.
Abraço
Olá Luciano. Essa é aminha primeira vez no site e nem sabia que esse tipo de mídia existia com tamanha força.
Acabei de escutar dois programas seus e fiquei encantada. Confesso que estou morrendo de medo do quê dizer e como dizer, afinal de contas, um programa como esse que provoca geralmente deve atrair muita gente com uma cabeça bem mais aberta e vivida que a minha. Entende meu medinho? Amei o programa e a maneira como você explicou para o Fabricio a questão da grana, confesso que pensei que se você fosse mais um dos que eu conheço diria que ao perceber algum problema do patrocinador você sinalizaria, ou alertaria seus ouvintes e blá, blá, blá, mas não, você disse a coisa certa. Vivemos em um sistema, ou nos adaptamos ou podemos acabar nos queimando literalmente.
Espero voltar mais vezes e comentar, amo comentar, mas aqui eu não sei não!
Luciano,
Em primeiro lugar, parabens belo programa. Fiquei muito feliz por alguem como o Fabricio ter abordado o assunto do seu patrocinador com tanta propriedade.
Fabricio parabens para você também, sua carta foi muito oportuna, me identifiquei com tudo que você escreveu, a cada frase vibrava com as suas colocaçoes, não poderiam ser melhores, mas, por outro lado fiquei supresa com a resposta, muito sensata e sabia, depois deste Podcast minha visão sobre coisas deixara de miope como vinha sendo.
Olá Luciano
Primeiramente te agradeço por ter lido e refletido sobre a mensagem que te mandei. Fui franco e sincero contigo e fico também feliz que tu tenhas entendido isso. Eu sabia que te cobrar uma postura sobre o assunto do teu patrocinador não seria algo fácil nem agradável de fazer. Mas eu precisava saber isso de ti, pois realmente admiro teu trabalho.
Eu achava que tu lerias o texto e que poderias até aproveitar para comentar em algum dos teus programas. Como já faz algumas semanas que te enviei o texto, achei que tu nem me responderias mais. Mas ler ele inteiro no programa e ainda responder às minhas provocações, foi uma grande e gratificante surpresa. Como ouvinte me senti valorizado e respeitado. Como pessoa me senti elogiado. Obrigado.
E quero também te dizer que entendo a tua postura e até concordo com ela. Antes Café Brasil + Itaú do que sem Café nem Itaú. Se a alternativa ainda é essa, está valendo. Mas gostaria que tu entendesse que sou também a favor da água. Sou vegetariano há mais de 4 anos e sei bem como a nossa postura tolerante, mas convicta facilita a propagação de nossa mensagem. Nossos opositores realmente sentem de longe o cheiro da fumaça. Ceder e saber aguardar o momento e as condições corretas para agir é um dom que pode ser desenvolvido e treinado. Mas isso nunca pode ir contra nossos valores e perspectivas. Pela tua resposta ficou claro que tu também te preocupas e praticas isso no teu trabalho. Ótimo.
Fiquei também satisfeito em perceber, pelos demais comentários dos teus ouvintes, que mais pessoas também pensam como eu e que também se interessaram pelas tuas respostas aos meus questionamentos e provocações. Mais pessoas se preocupam em confiar em ti e no que realmente te motiva.
Parabéns pela tua coragem em expor a minha cobrança e em responder de forma clara, franca e determinada. Isso valoriza o teu trabalho e me dá confiança nas tuas convicções. Definitivamente vou continuar sendo fã deste trabalho.
Espero poder continuar contribuindo para o teu trabalho no futuro. Podes contar conosco, teus ouvintes pensantes.
Grande e forte abraço para ti e tua equipe.
Fabrício Faccini
Bento Gonçalves - RS
Oi Luciano! Tudo bem??
Este comentário está mais do que atrasado vc sabia? Estou há mais de um ano devendo comentários aqui no Café Brasil, mas a gente sempre vai deixando para depois, para depois e quando vai ver, esquece!
Quando ouvi o “Caminho das Índias” minha reação na hora foi: preciso comentar! Mas acabou que o tempo passou e cá estou eu, vários programas depois tentando me redimir.
Luciano, vc me acompanha em várias situações corriqueiras do meu dia a dia, seja pela lembrança de uma música, uma explanação, um texto, uma inspiração… O programa “Dia Útil” não sai da minha cabeça e posso explicar o por que. Moro no Japão há alguns anos, entre idas e vindas, mais de 10 na verdade. Trabalho como operária como muitos dos que estão aqui, e minha rotina é algo que me aflinge terrivelmente. Vim para o Japão com 17 anos buscando ter vários “dias úteis” no meu futuro e cá não estou com meus 28 anos ainda a procura de um único dia útil ao menos para fazer a diferença nas minha vida… e graças ao seu programa, estou mais inspirada, diariamente buscando aprender algo ou ensinar algo e assim conquistar o meu tão sonhado “dia útil”. Obrigada!
Quanto ao programa “Grana”, puxa vida, percebo o quão nós jovens ainda somos imaturos em várias questões da vida ainda, queremos muito, ansiamos muito e sabemos pouco. Obrigada por compartilhar sua experiência e sabedoria conosco.
Um forte abraço,
Amanda, 28 anos, Japão
Olá Luciano
Primeiramente te agradeço por ter lido e refletido sobre a mensagem que te mandei. Fui franco e sincero contigo e fico também feliz que tu tenhas entendido isso. Eu sabia que te cobrar uma postura sobre o assunto do teu patrocinador não seria algo fácil nem agradável de fazer. Mas eu precisava saber isso de ti, pois realmente admiro teu trabalho.
Eu achava que tu lerias o texto e que poderias até aproveitar para comentar em algum dos teus programas. Como já faz algumas semanas que te enviei o texto, achei que tu nem me responderias mais. Mas ler ele inteiro no programa e ainda responder às minhas provocações, foi uma grande e gratificante surpresa. Como ouvinte me senti valorizado e respeitado. Como pessoa me senti elogiado. Obrigado.
E quero também te dizer que entendo a tua postura e até concordo com ela. Antes Café Brasil + Itaú do que sem Café nem Itaú. Se a alternativa ainda é essa, está valendo. Mas gostaria que tu entendesse que sou também a favor da água. Sou vegetariano há mais de 4 anos e sei bem como a nossa postura tolerante, mas convicta facilita a propagação de nossa mensagem. Nossos opositores realmente sentem de longe o cheiro da fumaça. Ceder e saber aguardar o momento e as condições corretas para agir é um dom que pode ser desenvolvido e treinado. Mas isso nunca pode ir contra nossos valores e perspectivas. Pela tua resposta ficou claro que tu também te preocupas e praticas isso no teu trabalho. Ótimo.
Fiquei também satisfeito em perceber, pelos demais comentários dos teus ouvintes, que mais pessoas também pensam como eu e que também se interessaram pelas tuas respostas aos meus questionamentos e provocações. Mais pessoas se preocupam em confiar em ti e no que realmente te motiva.
Parabéns pela tua coragem em expor a minha cobrança e em responder de forma clara, franca e determinada. Isso valoriza o teu trabalho e me dá confiança nas tuas convicções. Definitivamente vou continuar sendo fã deste trabalho.
Espero poder continuar contribuindo para o teu trabalho no futuro. Podes contar conosco, teus ouvintes pensantes.
Grande e forte abraço para ti e tua equipe.
Fabrício Faccini
Bento Gonçalves - RS
Luciano,
Me chamo Diego, tenho 32 anos e moro na Suíça há pouco mais de 2 anos. Esta é a primeira vez que escrevo para dar um feedback para um podcast e olha que eu escuto vários. Tá bom, nem precisa dizer, eu sei que sou preguiçoso, mas isto vai mudar.
Gostaria de deixar registrado meu espanto em relação à tua resposta à questão do ouvinte que criticou o fato de teres um banco como patrocinador. Antes que fiques preocupado, já digo: foi um espanto positivo!
Enquanto eu ouvia o texto do ouvinte, fiquei imaginando qual seria a tua resposta, imaginei que tu dirias que se um dia ocorresse um escândalo com um patrocinador do programa que tu analisaria a questão, ou ainda que o Itaú é um banco diferente, etc… Jamais imaginei que tu terias a coragem e a sinceridade de dizer que às vezes, temos que ficar calados, aceitar momentaneamente uma situação com a qual não concordamos, mas com isso, continuar vivo na campo de batalha para continuar lutando.
Parabéns por mais uma vez me surpreender e me dar mais uma lição importante na vida.
Abraços de um amigo que mora longe,
Diego
Seja bem vindo Luciano, ao meu conhecimento.
Gostaria antes de mais nada justificar minha participação.
Estou te escrevendo porque se tornou imprecindível, uma questão relacionada a meus objetivos e a minha sobrevivência. Vou usar aqui de seu método para expor o que penso, pois remete a você e seus discípulos compreender, assim a forma desta semântica trata diretamente e exclusivamente o objetivo do meu comunidado.
Começo meu discurso falando de pirâmides, poís começaram a construir uma na frente de casa.
As pessoas olham, mas não vêem que há pirâmides por todos os lados.
E digo mais, mal entendem que são elas responsáveis pela própria construção.
Estou falando de uma época em que os sistemas eram menos complexos, era tudo mais óbvio. O que me comove hoje é acharmos que atrás de nossas cortinas invisíveis somos tão diferente do que fomos.
Estou a falar de uma falsa premissa evolucionária, estou a falar que não somos hoje melhores que ontem.
E nossas descobertas? Especularão.
E nossas condições de vida? Questionarão.
Verei então meu trabalho resumido numa resposta simplória de simples e real verificação: Não há descoberta porque não há condição de vida.
Não diferente de ontem, somos em nossa essência e ainda nos consideramos tão diferente do que fomos.
Foi incutida essa arrogância?
Por nós mesmo, pois não há nada que possa influenciar nossa vida além de nós mesmos.
De quem estou a falar? De dentro de nós, de um inimigo invisível que nos fez construir pirâmides e que nos faz até hoje: nós mesmos.
Não estou falando de árabes, presidentes e suas tempestades no deserto, suas provas de trabalho duro e compromissos e promessas falsamente alcançadas.
Estou falando de um povo feito a construir pirâmides, de inimigos invisíveis e de coisas hoje tão visíveis quanto algo além da ciência e religião.
Estou falando de nós mesmos.
Agradeço a provocação! Não acredito em despocotagem, porque hoje temo que somos algo pior do que pocotós, somos o gado marcado e o cabresto.
Somos o apunhalado e o punhal.
Ainda assim! Insisto… ACREDITO na despocotagem.
Li o texto “Fogo ou Água” e em seguida ouvi este Podcast, um complementando o outro. Fico muito feliz que uma instituição bancária invista neste conteúdo, o que mostra que lá no fundo eles também devem estar cansados de futilidades.
Temos que ver os dois lados, um que precisa de investimento para poder propagar seu conteúdo e o outro lado que é um tipo de instituição que tem um poder monetário e investe naquilo que eles acreditam, nem sempre estamos satisfeito com o serviço que é prestado, mas precisamos desta instituição.
Acredito que parte dos problemas não são das instituições bancárias, mas das pessoas que tem o poder de decisão e sempre a faz em seu benefício. Quantas pessoas você deve conhecer que só quer ter vantagens, que só vê o seu lado, que só almeja o seu crescimento, que vive numa competição para se vangloriar. Acho que o problema maior é ter pessoas na liderança que não tem capacidade e nem visão social e humanitária…
Enfim, acho esta união provocante, uma inspiração para acreditar que há uma luz no fim do túnel.
Aproveito a oportunidade deste Podcast deixo o meu agradecimento ao conteúdo do Luciano e sua equipe e ao investimento do Itaú Cultural. Continuo acreditando em vocês, está união para mim resume nas palavras chaves deste site: provocação, inspiração, inovação, transformação e AÇÃO!
Que pancada de programa, Luciano! Muito bom.
Você pediu e-mail? Então olha só o que o gaúcho te mandou. Assim são teus ouvintes, meu caro.
Dinheiro, dinheiro, dinheiro! É nosso dever usá-lo com inteligência e honestidade.
Que venha um Café especial sobre esse rico tema.
Luciano, sou ouvinte recente e me espantei com quanta sinceridade! Resolvi fazer o mesmo: este comentário é apenas para ganhar um de seus livros. :p
Parabéns! Ótimo trabalho o seu!
É Sr. Luciano, desta vez o seu ouvinte cutucou mesmo. Meu conterrâneo gaúcho, como todo bom gaúcho, falou o que tinha que falar. Legal. E Muito legal sua resposta. Até passei para um amigo ouvir, foi um dejavu. Me lembro dele chegando um dia, jovem, vinte e poucos anos, para mim, nos meus trinta e poucos e fazendo uma cobrança do mesmo gênero. No caso, tratava de trabalho também, mas de como eu e outros amigos nos sujeitávamos a chefia e empresa que tinham tantas coisas que discordávamos. E é isto, o que você chamou de resolver com fogo e com água é exatamente a resposta. Precisamos as vezes saber ir levando as coisas buscando uma conquista maior, sabendo que agindo intempestivamente tem boas chances de acabarmos perdendo a chance de lutar pelo que acreditamos. Muito bom o programa.