Em 31 de Março de 2011 às 17:28
Categorizado em Café Brasil Podcast
O podcast da semana vai dar o que falar… O assunto é o Big Brother Brasil, mas sem a visão maniqueísta do amo-ou-odeio que caracteriza os debates brasileiros. Afinal de contas, dá para tirar algo de útil do programa? E o Pedro Bial, hein? No lugar dele você faria diferente? É, o debate é muito mais complicado do que a gente pensa. Vamos então ao debate acalorado! Na trilha sonora, aquela festa de sempre: Alcione, Paulo Ricardo, Jards Macalé, Grupo Cordão do Boitatá, Língua de Trapo, Rodrigo Torino e Jessier Quirino.
O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em http://www.portalcafebrasil.com.br/dlog


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Caro Luciano!
O BBB é um daqueles assuntos polêmicos. Muita gente gosta, outros fingem que gostam e tantos outros adoram, mas sentem vergonha de confessar publicamente.
Sim, o BBB serve pra alguma coisa!
Serve como tema desse delicioso Café Brasil; serve para quem está solitário nas altas madrugadas; Serve para quem gosta de ver o espetáculo da vida - dos outros - desenrolar-se diante dos olhos na tela da TV.
BBB serve para entender um pouco sobre certa parcela da sociedade.
BBB: cada um assiste,analisa e interpreta como pode.
Parabéns pelas reflexões esclarecedoras nesse podcast.
Bom dia estava hoje zapeando pelos canais televisivos e notei que todos estavam falando do casamento do príncipe William com a Kate.
Refletindo sobre isso imagino que isso seja o BBB da A, pois todos estão alienados assistindo essa programação sem prestar a atenção ao seu redor.
E o povão não está nem ai para o casamento, pois está muito além de sua realidade, ou seja, cada classe tem o seu BBB…
Seu Luciano,bom dia, boa tarde, boa noite! Estou aqui nessa madrugada escutando oseu pod, esse é a respeito do Big Brother, concordo quando o Sr, diz que esse programa não é irrelevante, e que não adianta lutarmos contra, pois essa ela(
globo) ja venceu! Agora quem asiste são os Hommer Simpsons, pode ser que uma grande maioria se torna naquele momento,um, ou para ver as bundas e musculos ou alguma patifaria, mas a minha ex mulher, assistia não perdia um episódio, durante 05 anos fui quase que obrigado a assistir ao seu lado, esse é o primeiro ano que não vejo, nem um episódio, mas não acho a minha ex uma Hommer simpson, ela realmente acho que via com outros olhos da maneira que o Sr comentou analisando os comportamentos e numa conversa, ela comentou que através deste programa poderiamos projetar, até onde uma pessoa pode chegar quando tem um objetivo. Concordo com a sua e a observaçao dala, mas achava mais interessante ver isso onde trabalho, de como a vaidade se impregna em um ser humano e o transforma. O jogo que as personagens fazem essa vitrine das revistas masculinas, ve se que os criteros de escolhas sao direcionados que o “sorteio” é dirigido. Mas não podemos deixar de aplaudir a produçao do programa, aquelas estruturas que criavam ou criam para execução das provas, estruturas dignas de cinema hollywoodiano, na verdade era isso que me prendia quando sentava com a Ex para lhe fazer companhia, o programa abre oportunidade mil aos operarios e tecnicos necessários para tocar o programa. Realmente mudando o foco pode-se tirar muito proveito desse e qualquer outro “pograma “.
Parabéns ao Sr e agradeço ao Itaú, por apoiar essa inicaitaiva!
Excelente episódio Luciano!
Mas isso não me surpreende. O que me surpreendeu foi o tema abordado! Confesso que não suporto mais ouvir falar de BBB, mas quando VOCÊ resolveu nos brindar com suas bem fundamentadas opiniões sobre esse reality show, obriguei-me a ouvir.
E não me arrependi, é claro!
Ouvindo seu Cafézinho sobre o programa capitaneado por Pedro Bial lembrei-me na hora de outro podcast chamado Pó de Cash. No episódio 23 deles, intitulado “Filosofias de lugares inusitados”, ele disseram algo semelhante a sua proposta de aprendizado continuado. Eles disseram que se pode retirar ensinamentos (ou filosofias) de qualquer lugar! E é de lugar onde nunca esperaríamos é que surgem as maiores pérolas de sabedoria.
Você conseguiu algo inacreditável: me fez querer assistir ao próximo BBB para dele aprender algo novo!
Muito obrigado Luciano, Meu Guru Despocotizante
Vida Longa e Próspera
Caro Luciano,
Conheci seu trabalho por conta do video “Eu não quer ser um pocotó”. Desde então, venho acompanhando os podcasts. Acompanhando com interesse, reflexão esta versão crítica de aspectos de nossa vida em sociedade e da cultura da qual fazemos parte.
Admiro sua iniciativa e persistência nesta empreitada válida e que bem poderia ser muito bem-vinda nos lares e nas escolas. Com senso de humor, sem descair para o mero deboche, apresenta os temas falando sério e nos fazendo rir.
Acerca do tema Big Brother Brasil, concordo que o programa é relevante, político e que remete ao aprendizado desde que haja predisposição para isso.
Por outro lado, o sucesso dele não se deve, a meu ver, pelo que ele favorece, mas pelo entretenimento puro e simples.
Observar-nos como sociedade por este viés pode tanto trazer reflexão como até mesmo reforçar este maniqueísmo criticado.
Concordo com você nesta crítica às discussões maniqueístas a que muitas vezes somos expostos, resultante de nosso ambiente cultural. Elas minam a capacidade de articular ideias e de dialogar com percepções diferentes.
Em que pese o fato de que estabelecemos os critérios de verdade/mentira, bom/mau a partir de pressupostos diferentes e subjetivos, a discussão leva-nos para a esfera da argumentação, o exercício político saudável e necessário.
Grato pela abordagem e perspectiva posicionada neste podcast.
Abraço,
Daniel Dantas
São Paulo,SP
Ótimo programa.
Pergunto-me o que leva uma pessoa que cobriu a queda do muro de Berlim à apresentar um BBB, mas enfim, como foi dito, se me oferecessem a grana que ele recebe, eu não apresentaria?
Agora outra questão que me pega é ver pessoas discutindo como se fosse política, ou fazendo campanha a favor ou contra determinado “brother” é lamentável, ainda mais que essas pessoas quase que em sua totalidade nunca discutiram sobre política com alguém, e nunca fizeram o mínimo esforço para expressar a sua indignação com a situação que nos encontramos hoje.
Mas é isso ai, abraços.
Está aí mais um podcast belissimo! enquanto algumas pessoas perguntam porquê, outras pergutam porque não? A tv nao sabe quem nós somos, mas nós sabemos como ela pode ser. Ela tem vida, somos nós q damos essa vida a ela. O acesso é poder e o poder é a informação. Meus parabens Luciano! mais uma vez trazendo cor a nossa vida em preto e branco. Abraço!
Quem diria que em um programa falando sobre BBB Luciano conseguiria extrair tal reflexão? E o mais importante nos dar essa música maravilhosa do final Bolero de Isabel. Isso é que é presente. E ainda ter a oportunidade de conhecer Jessier Quirino um artista, que nos da um orgulho do tamanho de sua maestria.
Esse podcast gerou uma postagem no site do informativo local de minha cidade. Leiam!
http://www.informegeracao.com/2011/04/o-bolero-de-isabel-jessier-quirino.html
Parabéns pelo seu projeto, Luciano. Excelente o conteúdo que você oferece, tanto os textos quanto as músicas.
Entrei em contato apenas recentemente, pois eu e um grupo de amigos iniciaremos nosso podcast em breve e começamos a pesquisar este universo interessantissimo da podosfera.
Muito boa sua reflexão sobre o BBB, pois se aplica não só a um programa de TV, mas à vida cotidiana. Nosso olhar pode mesmo extrair aprendizado e, portanto, crescimento de praticamente todas as situações.
Só não consigo vislumbrar a extração de algo bom da preciosidade musical “Eguinha Pocotó”!
Aí é preciso um insight transcendental como o que você teve!
Parabéns pela iniciativa de compartilhar seu olhar.
Estamos de olho!
Continuarei dando minhas espiadinhas!
Sair do quadrado. Foi esse o pensamento que me passou após ouvir esse podcast.
Eu estava em uma fila de atendimento enquanto ouvia o programa, e consegui fazer uma correlação entre os participantes do BBB e as pessoas que estavam na fila.
Sim, consegui… tinha o mais tidmido, tinha a fofoqueira. Talvez muitos não gostem do BBB por retratar o que cada um tem de defeito.. e talvez alguns olhem no espelho e veem que tem o mesmo defeito que alguns do BBB. Fez-me pensar!
Ouvindo seu podcast sobre o BBB me pus a pensar, ou melhor, filosofar. Pq filosofia é vida, e mesmo quando achamos que calamos nosso cérebro, lá esta ele em silêncio resignado, filosofando o motivo de sua própria existência.
Me lembrei de um professor que nos meus tempos de faculdade dizia que para acreditar em Deus, muitas vezes tinha que pegar o carro, ir pra Goiânia, no aeroporto Santa Genoveva ver os aviões decolarem. E ali ao som da forte turbina ele pensava: Deus só pode existir, senão, de que outra forma um bosta como nós humanos íamos ter capacidade para criar uma máquina destas?
Pois nos meus momentos de reserva, solidão e pq não dizer depresão, gosto é de ir para o terminal urbano em horário de pico observar. É isso mesmo: Observar. Gente que corre de um lado para o outro feito formigas, todos com seus problemas, apressados, e preocupados consigo mesmo. Então me dou conta que EXISTIR é sempre urgente. Você quer sempre viver tudo hoje, resolver hoje, amar hoje, ser feliz hoje.
É um medo tão grande que o amanhã não exista, que fazemos sempre uma grande força para criar um roteiro de vida para o dia seguinte. Isso nada mais é do que medo do dia seguinte não chegar.
Ao ver o BBB sinto que todos dentro da casa tem essa angustia em mostrar o seu melhor, e esquecem que muitas vezes somos vilões, pois não dá para ser bonzinho o tempo inteiro. Se fossemos anjos com certeza não estaríamos aqui neste planeta poluído e cheio de tragédias. Observar o BBB é se ver preso numa redoma de vidro, e o melhor: Com o controle remoto da situação na mão. Doce comodidade!
Seria muito bom se os participantes nem imaginassem onde as câmeras estão escondidas. Aí sim poderíamos ver com a lente da verdade a nossa própria mediocridade.
E continuemos dando uma espiadinha! Abraços!
Meu nome é Pedro tenho 18 anos
o Café Brasil é o melhor programa que tenho a assinatura.
para quê jogar pedras?
Nesse programa aprendi que se pode tirar proveito das coisas irrelevantes.
Esse podcast tornou o meu dia útil, por pouco não o perco
parabêns pelo seu programa.