242 - Quem faz a sua cabeça

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faz_a_cabeca“Nunca deixe a verdade ficar no caminho de uma boa história.” Abrindo com esse provérbio do jornalismo dos EUA, o programa de hoje quer saber quem faz a sua cabeça. O que você acha que o Brasil é, hein? Como é que você forma sua opinião a respeito do país, dos políticos, dos acontecimentos? Certamente a imprensa tem um papel importantíssimo, não é? Vamos discutir inclusive como a internet está impactando nesse processo. Na trilha sonora, pra variar, uma festa! Tom Zé, Gisela Nogueira e Gustavo Costa, Milton Nascimento, Café Com Blues, Vicente Barreto e Antônio Adolfo. Apresentação de Luciano Pires.

O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em http://www.portalcafebrasil.com.br/dlog






7 comentários sobre “242 - Quem faz a sua cabeça”
  • Boris Kortiak disse:    ( 18.06.2011 às 11:26 )

    Desculpa minha falta de português no resto da mensagem, mas o meu vocabulario não é o suficiente para expressar os meus sentimentos.
    I found the theme of this podcast most interesting, however I disagree with your thesis.
    While it is true that Brazilian media seems to thrill in the negative, this is also true of any democracy. It does not necessarily follow from the media coverage of the negative that the negative is what will result. Satire, negative news and shows which exploit our basest desires are the daily fodder of our media in the US, nevertheless we seem to see these is lights showing the challenges which remain to us in making “a more perfect union.”
    Whenever I visit Brazil I see a land of enormous opportunities, but when I speak to people there I hear about enormous problems. Sometimes we are talking about the same thing but seeing it from different perspectives. How is it possible that two people looking at the same thing, see things so differently? What is it about Brazilians which has them take in the negative as the way things are and that these things are immutable, while an “Estado Unidense” or a Brit might see these things are obstacles to overcome?
    There are many examples of people in Brazil who have been told it can’t be done, or it won’t work who have ignored the common wisdom to succeed wonderfully (think Samuel Klein for one and his idea of loaning money to the poor). Why do the majority see such a dismal picture of Brazil?
    Perhaps it is not the constant drumbeat of negativity from the media which helps to demoralize the population, but rather a lack of faith in the existence of solutions. This is where your example of the Tanzanian radio show seems apropos. I am not familiar with the details of the show, but I suspect that the way it worked in reducing the spread of AIDS was probably two fold. The first was to openly speak about a problem, which is what the media already do so well. The second was to show alternatives. The question then becomes, why aren’t positive media presentations portraying success and innovation more popular? Is it a lack of such programming? I doubt it. Since your example seems to indicate that one show was enough to make a difference, I suspect not many positive messages are required to offset the negative. Is it an insatiable appetite for the negative in the Brazilian audience? Perhaps. If that is the case, then I suggest that the real question is not “is media to blame?”, but rather “why do we enjoy misery so much?”.
    Keep up the good work. I really enjoy your show and hope that soon I will be able to write in Portuguese as lucidly as you do.
    Abraços


  • Paulo Henrique disse:    ( 29.04.2011 às 16:18 )

    Caro Luciano!
    “A vida vista nos jornais é outra”. Verdade.
    Não é nada agradável pensar que não temos o poder de escolha e decisão de nosso destino. Ninguém deseja ser marionete de outrem ou de qualquer coisa, daí é compreensível o repúdio à toda sorte de manipulação.
    Sabemos de grupos que promovem a violência pública para que o próprio povo se extermine. A Indústria Cultural é especialista em fazer a cabeça humana(a Mídia é apenas um agente de influência, um braço nessa grande Organização).
    Sempre questionei o fato de a indústria cinematográfica brasileira exaltar a miséria e a violência do nosso povo. O brasileiro que conheço não é esse representado na telona e nem na telinha. Algumas das maiores bilheterias de cinema do Brasil exaltam o derramamento de sangue, o sexo sem compromisso, a desagregação da família e a fome sertaneja. As pessoas de Bem desse País merecem mais respeito moral e cultural.
    Nossas artes, Literatura, Músicas e Jornalismo estão repletos de exemplos e histórias que louvam a desgraça como um bem divino. Vade retro!
    E há quem ache isso muito “engraçado, belo, e genial”. E há quem grite “Bravo!” à lavagem cerebral e “midiotização” de nosso povo.


  • Ara disse:    ( 29.04.2011 às 11:49 )

    Excelente programação, realmente vivemos numa sociedade preconceitosa, que desrespeita a integridade das pessoas continuamente. Espero que um dia conseguimos amenizar esta situação, pois acabar seria uma ilusão.
    O preconceito é mais uma das barreiras que temos que enfrentar devido a ignorância de muitos. Mas infelizmente para combater o preconceito, bater de frente nem sempre é a melhor solução, isto apenas dá mais razão aos preconceituosos para continuar neste mundinho tão pequeno. Realmente vejo que para enfrentarmos este tipo de desrespeito é tentar abrir os olhos de quem está cego, ter muito amor ao próximo e pedir a Deus paciência, pois se pedir força certamente você bate. rs…


  • Mariana Coletti disse:    ( 28.04.2011 às 17:29 )

    Olá equipe do Cafe Brasil! Depois de ouvir o podcast pensei em com a mídia tem feito a cabeça dos brasileiros. É só acontecer um crime para a mídia já tirar as conclusões e apresentar (em alguns casos) as evidências antes mesmo da própria polícia! Outras vezes percebo alguma situação tomando proporções muito maiores do que realmente é! E sem falar naquela enorme foto na primeira página dos jornais, essa pode dizer mais do que todo o artigo. Luto todos os dias para não cair nesta rede de manipulação!

    Abraço a toda equipe!


  • Priscila e Ana Flávia disse:    ( 28.04.2011 às 16:56 )

    Bom dia, boa tarde, boa noite Luciano!
    Somos alunas da professora Milena Campello, de Cáceres-MT. Ela nos passou na última aula seu podcast, o qual nos chamou muita atenção, pois vai e volta o assunto mídia e sua influência sobre as pessoas aparecem em sala de aula. Em nossa primeira aula este ano vimos com a Milena um texto sobre o mesmo tema, focando porém que grande parte dos estrangeiros resumem as maravilhas do nosso Brasil em três palavras: Carnaval, praia e futebol. São realmente coisas boas, porém não são só estas as características possitivas que possuimos, a cultura de MT por exemplo é muito rica, o nosso pantanal é maravilhoso, mas sabe quando ele passou na TV?
    - Quando uma onça atacou um adolescente que estava pescando com amigos, o caso repercurtiu até no Faustão.
    Isso nos mostra que a mídia trás uma porcentagem bem maior de notícias ruins. Mas por quê isso?
    - Por que essas tragédias trazem mais audiência.
    O que vale a pena são programas como o seu, que nos trazem todo tipo de informação e várias visões sobre cada assunto. A propósito, adoramos a músicas do Milton Nascimento, pois nos mostra o quanto correm informações de um canto a outro do país, mas as notícias de fora são tão mais empolgantes, que o povo fica de frente para o mar e de costas para o Brasil. O que com certeza irá acontecer amanhã 29/04/2011 no casamento do príncipe Willian.
    Obrigada Lalá, Ciça e Luciano. Obrigada por mais informações, conhecimento e fontes de opinião para que possamos abrir nosso leque de argumentos para o vestibular e para a vida. Beijos, Priscila de Freitas Almeida e Ana Flávia de França Mangueira.


  • Vagner Jeger disse:    ( 26.04.2011 às 12:37 )

    Caro Luciano…

    Escuto semanalmente seus programas, como sempre, mas devo admitir que tenho tido pouco tempo para contribuir com algum comentário. Resolvi passar só para dizer que gosto muito dessa temática de como somos responsáveis pelas informações que filtramos no nosso dia-a-dia e de como é importante variarmos o nosso “cardápio” para melhorarmos a performance destes nossos filtros. O episódio Grana foi bastante interessante e melhor ainda foi a forma como você se comportou diante do e-mail do colega “anti-bancos”. É, realmente não dá para termos opiniões tão radicais na vida. Afinal, amigos amigos, negócios à parte. E outra, só o fato de um banco se propor a incentivar e patrocinar cultura já mostra que ele não é de todo ruim. Ninguém é totalmente imperfeito ou perfeito. Todos temos defeitos e virtudes.

    Um abraço


  • Ricardo vieira disse:    ( 20.04.2011 às 20:05 )

    Caríssimo Luciano,
    Obrigado pelo podcast no feriadão e boa páscoa para você e sua família. O Café Brasil faz minha cabeça. “Nem ouvi o podcast ainda, tomara que não tenha falado besteira”


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