250 - O ouvinte trabalhando

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o_ouvinte_trabalhandoQuando provocamos os ouvintes para que mandassem mensagens, não pensamos que receberíamos tanta coisa legal. Pois o programa da semana bota os ouvintes pra trabalhar. É feito inteirinho apenas com depoimentos de ouvintes, dando uma idéia dos desdobramentos que um podcast pode causar na vida das pessoas. Dá orgulho ver que é possível montar um programa só com a opinião dos ouvintes, sabe? Mostra que ouvinte do Café Brasil tem café no bule! Obrigado a vocês que escrevem, obrigado aos que não escrevem mas pensam em um dia escrever. Quando dizemos que fazemos este programa juntos é verdade. Na trilha sonora a festa de sempre: Almir Sater, Helio Ziskind, Trio Esperança, Vania Bastos, MPB4 e Nana e Dorival Caymmi. Apresentação de Luciano Pires

O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em http://www.portalcafebrasil.com.br/dlog






8 comentários sobre “250 - O ouvinte trabalhando”
  • Moema Maia disse:    ( 09.08.2011 às 19:58 )

    Olá Luciano!

    Dei um tempo com os seus podcasts, há mais de dois meses que não ouvia. Essa semana, de bobeira, resolvi reatar relações com eles, sábia decisão!
    Devo confessar que estou “melhor alimentada”.
    Resolvi de vez deixar a preguiça de lado e escrever para você aquilo que vier na cabeça após ouvir seus programas (espero que essa empolgação não seja só fogo de palha). Amo a trilha sonora dos programas, estou redescobrindo a música brasileira. Essa semana, tava ouvido a Rhaissa Bittar com o som bem alto, quando ouvir uma voz chamando “vizinha!!”, logo pensei, vem broca por conta do som. Ai que veio a surpresa, minha nova vizinha, de Coritiba, me perguntou quem estava cantando, puts! Fiquei feliz da vida! E mais, descobrir que esta canta lindamente e tem uma destreza invejável com o violão, grata surpresa.
    Posso dizer que o título desse programa cai como uma luva em muitos dos seus ouvintes, já tenho uma lista imensa de música e livros nutrida com as isca intelectuais do Podcast Café Brasil e dos textos maravilhosos que o portal encaminha para o nosso e-mail.
    Supar!
    Inté!


  • Marcus Thiago Sanna Ferreira disse:    ( 28.06.2011 às 23:04 )

    Luciano,

    boa noite,

    Muito boa a trilha sonora deste podcast!!

    Tenho o hábito de ouvir seus podcasts e acho a iniciativa sensacional.

    Admito que ignorava seus pedidos de comentar o podcast até ouvir em um deles a importância desses comentários aferir o grau de audiência do programa, e o poder de convencimento que um simples comentário pode conter para convencer um fornecedor a investir ou não no programa, afinal, ninguém vive de vento, e, o reconhecimento de um bom trabalho, além de ser questão de justiça é um forte argumento para mantê-lo.

    Assisti no You tube uma palestra motivacional apresentada por você sobre o caminho ao “campo base do everest” e me dei conta da importância de se percorrer o caminho e curtir a travessia e as lições que advém dela.

    Lembrei do livro escrito por Willian Douglas, intitulado “como passar em concursos públicos” onde, entre outros assuntos, ele menciona a importância de termos nossa própria régua para medir o sucesso pessoal.

    Melhor explicando: não nos medirmos com a régua dos outros, mas com a nossa.

    Na hora, me lembrei de uma palestra de Willian Douglas que ele comenta sua participação na maratona de São Paulo, e que, apesar de ter percorrido o caminho em cinco horas e quarenta e seis minutos, sendo que o primeiro colocado o fez em duas horas, sob a ótica dele, a cena de cruzar a linha de chegada foi uma história de superação pessoal e não de derrota.

    Na palestra, o Autor narra que era hipertenso, que sempre foi um nerd, que a sua preparação foi o maior desafio, e que o esforço pessoal dele, era a grande vitória, que se consolidou com o fato dele ter concluído o percurso da corrida, ainda que sendo um dos últimos colocados.

    Pensei no seu caso, que, lá no everest, após tantos desafios, não foi ao topo, e que isso, aos olhos de alguns, poderia ser uma história de derrota, afinal, quem chega até o campo base, poderia esforçar um pouco mais e chegar até o pico.

    Falei tudo isso, que não se relaciona ao podcast em comento, na esperança de convencê-lo a tratar sobre o assunto em futuro podcast, essa questão se ter a própria regua para medir o sucesso pessoal, é muito simples, mas vejo que a maioria das pessoas não enxerga isso, inclusive eu, que, durante muito tempo, ficava comparando meus resultados com o dos outros, como forma de avaliar meu sucesso.

    um abraço.


  • bira disse:    ( 22.06.2011 às 11:33 )

    bom dia! conheci seu programa por acaso, gosto de ouvir muito radio e aos domingos ouço AM, e um domingo desses ouvi seu CAFE BRASIL e isso já tem 3 meses. e agora ouço sempre ,gostei muito. sou agente penitenciario, seu programa é minha companhia aos domingos as 16 hs,só tem um problema, é curto demais. bem as coisas boas são poucas. um abraço e continue com esse programa legal. abraço


  • Yure Gabriel disse:    ( 22.06.2011 às 4:45 )

    Erm… Boa noite, digo madrugada.
    Parabéns pelo podcast e pela iniciativa desse, é revigorante ver como você e sua equipe tem uma grande prontidão para disseminar cultura.
    Mas trocando de assunto e vou logo avisando que não tem nada a ver com o tema desse podcast e espero que nem você nem os demais ouvintes e leitores se importem.
    Luciano! Essa noite eu estava navegando pela internet e vendo no youtube alguns canais de pessoas que gostam de dar suas opiniões sobre diversos temas do que acontece hoje no Brasil. A maioria é jovem, não a maioria não, todos e eu percebo que na minha opinião eles exploram os assuntos de uma forma muito agressiva que chega a ofender até mesmo os próprios ouvintes com palavrões e desaforos.
    Enfim o que eu quero dizer é que eles até ganham alguns pontos pela iniciativa mas o modo como fazem é errado e logo depois de vê-los eu me lembrei de seu programa e resolvi dar uma passadinha e comparar… Quanta diferença, seu programa é capaz de colocar realmente as idéias na cabeça das pessoas enquanto os dos outros acende uma chama que infelizmente é de palha e logo apaga. E outra coisa o tipo de ouvinte é extremamente diferente, lá eles recebem vários “Tô contigo”, “Você é dez” e coisas do gênero mas são palavras vazias, jogadas ao vento. Dá pra perceber o tipo de ouvinte da “baderna” e do pensamento em si, da filosofia, da busca por conhecimento.


  • alfredo a de oliveira disse:    ( 18.06.2011 às 21:38 )

    esse podcast ta demais,ja ouvimos um montao deles andando na estrada de guarquecaba voce nem imagina como e esta estrada


  • Paulo Henrique disse:    ( 17.06.2011 às 12:38 )

    Caro Luciano!
    Essa proposta de clube do audiolivro é mesmo importantissima. No entanto, conforme seu ouvinte professor, as editoras não se interessaram. Depois reclamam que as vendas vão ruim! Vá entender essa gente!
    A leitura é fundamental, adquirir cultura é essencial, independente da midia utilizada para isso.


  • Diego Carvalho Porto disse:    ( 17.06.2011 às 11:50 )

    Bom dia Luciano,

    Sou de Recife, Pernambuco.
    Tenho 23 anos e gosto de começar o dia tomando esse cafezinho.
    Gosto muito das opiniões e das trilhas musicais. Tudo de muita qualidade. Mas se pensar bem, gostar não é concorda. Não concordei com sua posição contra os linguistas e tão a favor dos gramáticos. Meu estilo musical é metal, mas gosto de escutar musica de qualidade, que percebo claramente nas trilhas do seu programa. Outro ponto seria a religião, não vou começar uma batalha de 1000 anos sobre esse tema mas acretido que seja muito importante crer em Deus.
    Seja crer em Deus ou crer em deus.
    Enfim, o que acho interesante é o fato de ter opiniões que divergem, mas valorizar o conteúdo do que você transmiti. E acredito que todos seus ouvintes valorizam e se sintam valorizados pela leitura dos comentários. E agora este programa com a opinião do ouvinte mostra que temos um dialogo. E mesmo que você não concorde com alguma opinião nossa, pode ler comentar e esperar pela nossa resposta. É conversando, comentando e escutando o café Brasil que se produz cultura. Ou seria web cultura.

    Abraço e sucesso.


  • Elisabete S. Gomes disse:    ( 16.06.2011 às 13:37 )

    Olá Luciano!
    Você vive dando puxão de orelha na gente, hein?! Então tá bom… vou fazer um comentário! Vou falar a respeito do artigo sobre a Geração T, da colocação que foi feita dos jovens que não perguntam nada, não questionam quando estão em uma palestra. Há casos que o palestrante fala demais, só dando oportunidade para perguntas ou comentários no final.E eu e minha turma da faculdade, por exemplo, estamos com pressa para conseguir pegar o ônibus que está para passar e o próximo demora demais. Trabalhamos o dia inteiro, estudamos e não vemos a hora de tirar os sapatos e afrouxar o cinto para descansar. No último dia 6, participei de uma palestra na faculdade Anhanguera de Santo André sobre Educação Inclusiva, o palestrante era carismático e não ficou lendo os slides, falava com segurança sobre o assunto e perguntava sempre se alguém queria fazer alguma colocação. A palestra acabou 30 minutos antes do esperado pelos alunos, então houve participação das pessoas, houveram perguntas…até eu, tão tímida, quase fiz uma colocação sobre o assunto! Quase… da próxima vez eu falo!!! ;) Pois é! Não discordo de você sobre essa geração ser apenas testemunhas dos fatos, mas defendo que seja a pressa em estar fazendo outra coisa que nos iniba em fazer comentários ou perguntas. Eu agora, neste momento, parei algo importante que estava fazendo, já que estou em horário de trabalho, para te informar que estou aqui! Que estou escutando, prestando atenção no que você fala. Conheci o seu livro O meu Everest há 3 meses, daí passei a ouvir os podcasts, acho que a sua forma de expor opiniões é inteligente e eu adoro o seu bom humor. Ah! E a propósito, sou funcionária pública, recepcionista, trato as pessoas do jeito que gostaria de ser atendida e adoro o que faço!!! Beijo


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