O podcast da semana é especial, em pouco mais de uma hora de duração traz uma entrevista com Leandro Narloch, que escreveu o Guia Politicamente Incorreto da História do Brasil. Leandro apresenta uma série de informações que contradizem tudo que você aprendeu na escola. Bandidos viram mocinhos, quem era motivo de orgulho passa a ser de vergonha e no final concluímos: a história do Brasil foi manipulada por militantes ideológicos que ajustaram os fatos a suas convicções. E quem paga a conta somos nós, pra variar. Ouça o programa, há uma grande chance de você ficar puto da vida, o que neste Brasil dos contempladores é muito bom! Na trilha sonora, Gilberto Gil, Marlui Miranda, Índio Cachoeira, Dino Franco e Mouraí, A Trombonada, Zé da Velha e Silvério Pontes e os Originais do Samba. Apresentação de Luciano Pires.
O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em http://www.portalcafebrasil.com.br/dlog


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Ola Luciano,
Como sempre ando meio atrasado com seus podcasts. Normalmente os escuto em viagens de aviao. Esse ultimo o “guia politicamente incorreto” , de maneira muito rara, acabei escutando em casa. Assim rapidamente comecei a escrever ja wue a internet estava disponivel.
Me chamou a atencao seu comentario sobre a visita ao Mexico e o comentario sobre espanhois e indios.
Interessante o ponto comentado sobre os Espanhois nao terem sido verdadeiros vandalos assassinos e opressores. Hoje, quase quinhentos anos depois ainda se ve na sociedade atitudes completamnete geradas por essa opressao imposta naqueles anos. Ainda hoje, a inversao de classes iniciada por Cortez quando da colonizacao. Da mesma maneira o racismo velado do mexicano, que reclama do Arizona com suas pseudo leis racistas mas que faz o mesmo com os centro americanos, ou o dia a dia da “lei do Gerson” tao comabtida em nosso pais nos ultimos anos mas que aqui esta em pura moda. Sem duvida o importante e levar vantagem: seja no transito, na fila do banco, ou simplesmente na vida. O importante e estar na frente nao importa como.
Em suma, dificil nao acreditar que as barbaridades feitas nessa colonizacao nao mudaram, para nao dizer, destruiram uma cultura sensacional que era a Azteca.
Mas, da mesma maneirs, ser cinza em opinioes faz com que coisas que ocorrem por
aqui reforcem a ideia de como e imporante conhecer outras culturas e posicoes para darmos nossa esperanca cultural com quem conversamos. O imporatnte e mantermos nossos valores.
Abracos
Rodrigo
Já ouço o seu programa há uns dois ano, e sempre fico fascinado com os diversos temas interessantes. Adoro as iscas e a diversidade de músicas que você apresenta. Morando na Alemanha mato um pouco a saudade escutando o Café Brasil.
Na escola sempre achei história uma matéria chata. Talvez se a matéria fosse colocada de forma mais polêmica, e houvesse mais discussões, as aulas teriam sido mais proveitosas. Na história sempre há várias verdades, mas é importante sempre colocar os fatos. Por exemplo com a Guerra do Paraguai: Fato foi que houve a guerra, e fato foi que 99% da população masculina foi dizimada.
Vejo um ótimo exemplo disso aqui na Alemanha. Apesar do preconceito de diversos outros povos, taxando os alemães ainda como nazistas, acho que os alemães são o povo que mais repudia o nazismo. Oficialmente existem ca. de 3% dos alemães que realmente apoiam uma politica de extrema direita (ou nazista), mas isso é uma minoria, que não pode ser o motivo para taxar um povo inteiro como monstros. Aqui se estuda nas escolar o nazismo e o 3o. Reich por vários anos. Na televisão sempre passam documentários sobre o holocausto, e nas notícias aparecem sempre as cerimônias para relembrar as vítimas do sistema nazista. O povo alemão está sempre confrontado com o horror das atrocidades daquela época. É uma política para sempre se lembrar do que aconteceu para que isso nunca mais se repita. Ninguém por aqui se orgulha do que aconteceu, ou por terem tido o excelente demagogo e mestre em retórica Hitler.
Uma brincadeira que eles fazem com a história porem é afirmar que na verdade Hitler era austríaco e não alemão. Da mesma forma que os austríacos afirmam que Mozart não era alemão e sim austríaco.
Santos Dumont não era francês?
Um abraço,
Claudio
Achei sensacional o tema dessa semana. É incrível, mas com o tempo a gente percebe que certas verdades não são eternas e nem tão verdadeiras quanto parecem.
Parabéns por mais um programa de qualidade.
Olá Luciano Pires, já sou ouvinte há pouco mais de um ano, mas nuca comentei, como você mesmo pode perceber, estava esperando o assunto certo para fazer minha contribuição positivamente. Sou discente do 4° ano do curso de Formação de Docentes aqui na minha cidade, em outras palavras estou estudando para ser professora. Das diversas disciplinas que tenho, tem uma em especial que veio ao encontro com o tema desse Café Brasil, se chama Metodologia do Ensino de História, como o nome já diz é o estudo da história para ensino de história ( meio redundante ). Como frequentemente comprou a revista Superinteressante, levei o artigo da Nova História do Brasil para a professora da disciplina, na próxima aula que tivemos, ela já usou o artigo em forma de debate, dividiu a sala em dois grandes grupos, sendo que o primeiro deveria defender a nova história que estamos descobrindo com base no artigo, e o outro deveria defender a história ainda trazida em livros didáticos. Nessa história toda eu fiquei como escriba do meu grupo, tinha de relatar todas as idéias debatidas de forma escrita para a professora, resolvi ser escriba para a tristeza do meu grupo e alegria do grupo adversário, pois quem era escriba não poderia argumentar nada de forma verbal. Nosso grupo foi bem expressamos as idéias mais fundamentais do artigo, e no final do debate,a professora pediu para os escribas fazerem uma consideração final. Enfim Luciano ,com tudo isso queria dizer que realmente foi bom ver o ponto de vista do autor desse artigo, e a forma com que você tratou o assunto, sabemos que para nos professores é importante compreendermos de forma mais crítica os acontecimentos da história do Brasil e do mundo. Obrigada por essa contribuição!
Obs: Estou lendo o livro Nois qui invertemo as coisa, e me admiro como você fala de assuntos tão corriqueiros a nós brasileiros, mas de uma meneira inteligente e provocativa. Parabéns Luciano.
Forte Abraço;
Camila
Cara, muito bom hein….
Fiquei com uma pulga atras da orelha, agora vou ser obrigado a comprar o livro pra poder ter minha opinião antes intocável da historia do Brasil, muito obrigado !!!
Bom dia, boa tarde ou boa noite Luciano!
Fiquei muito curioso sobre o livro. Acho toda
forma de discussão válida e importante.
Acredito que ocorra diversos fatos históricos incorretos, mas sinto pena de como hoje em dia é considerado intelectual o fato de não crer em nada do que dizem. Com certeza negros fizeram atrocidades na sua época, mas vamos a fatos. Vc Luciano tem medo de entrar numa rua sozinho e ver um negro vim na sua direção. Sabe pq tem medo? Justificavel por tantos negro serem banditos e assaltantes atualmente. E pq tantos são assim atualmente, em resumo e bem resumido, os negros após a abolição não tinham como competir com os “dons” da época. E ficaram marginalizados até hj. Sinceramente Lucianosabe como sei que vc tem o preconceito de estar numa rua só com um negro vindo na direção contrarária? Pq sinto o mesmo dos 2 lados, do seu e do negro. Mas isso não tira o fato de eu receber diversos mini-preconceitos que são os piores. Não me importo que me chamem de negro. Me orgulho, mas vc vem exaltar a musica negra ou obras de artes, pq um engro não pode ser um fisico descobridor de uma nova forma. Me chame de preconceituoso pq não vejo essa capacidade nas mulheres, mas acho um absurdo valorizar um negro somente por artes. Nada me da mais prazer do que humilhar alguem que me elogia por conveniencia ou por “gentileza”. Alias me irrita sim, comparar preconceito homosexual com racial. Isso sim é irritante. Achei maravilhoso seu programa mas não pense que 6 milhões não morreram e que o ariano de bigode tambem estava apenas sendo bonzinho…
Achei muito interessante o livro, uma visão totalmente fora do padrão que conhecemos. Já lí algumas materias do Leandro na superinteressante, me deu uma visão nova e vontade de saber mais e não comprar as poucas informações que nos oferecem. Acabei de comprari o audiobook na itunes store. Acho que faltou colocar links direcionando para a compra. Mas parabens tenho certeza que despertou a curiosidade de muitas pessoas.
Ola Luciano Pires, premera vez que comento um podcast, apesar de nunca ter comentado aqui não perco um só podcast, ate em viagens ouço os programas, gravo e levo comigo, e como diretor da Radio Educadora faço questão de ter em nossa grade o cafe brasil, e ate usamos ele em dias de feriado ou ate mesmo para preencher espaço em nossa programação aqui na educadora todo domingo as 12:00 o cafe brasil vai ao ar e ate mesmo alguns padres tem comentado os conteúdos, já ate fiz o teste deixando de proposito de levar ao ar o programa e ai nem te conto recebi tanta cobrança e puxões de orelha rsrs, o especial desta semana foi muito bom, aqui trabalhamos com comunidades indígenas e alguns não entenderão direito as historias e acabei tendo que convocar uma reunião para explicar tudo kkk, parabéns pelo programa.