258 - A geração do eu mereço

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cafe_generation_yE mais uma vez vamos falar dos conflitos de gerações, desta vez questionando a rotulação em x, y, w ou z. E trazendo um texto indispensável da jornalista Eliane Brum, que acerta na mosca ao descrever a origem do comportamento errático daquela que se convencionou chamar de “Geração Y”. Não dá para discutir o conflito de gerações no âmbito profissional sem trazer ao primeiro plano o elemento mais importante da equação: a família. É por aí que nós vamos. Na trilha sonora Arrigo Barnabé, Choro das Três, Nervoso e os Calmantes, Titãs, Zé da Velha com Silvério Pontes e Itamar Assumpção com Naná Vasconcellos.

O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em http://www.portalcafebrasil.com.br/dlog






8 comentários sobre “258 - A geração do eu mereço”
  • Flávio disse:    ( 31.08.2011 às 14:12 )

    Bom dia, boa tarde, boa noite, Luciano! Vou deixar a apresentação para uma outra oportunidade e avisar que aqui vai uma “descarga” de idéias consequencia da vontade de falar após acabar de te ouvir numa seção, que para mim, serviu como uma baita seçao de psicanálise.Acabo de chegar do estágio e daqui a nestante volto para a faculdade. Mas no caminho de vinda recebi a cacetada de um programa que pareceu adivinhar a dialética na qual me encontro. Não creio que eu deveria ter ficado feliz ao entender que nem nós nem muito menos eu merecemos nada, tampouco a felicidade. A muito tempo venho me perguntando o por que de tudo ter que ser tão complicado, ^me incomodo com o fato de saber que, como seu colega japa disse” a vida é dureza. Me debato na tentativa de simplificá-la, mas sabendo que tudo o que você, sabiamente, comentou no podcast é a mais pura realidade. Acho que o maior problema da minha “geração” é ter a necessidade de fazer escolhas e entender que cada uma delas acaretará em perdas, perdas que não estamos acostumados a aceitar. Não queria ter deixado minha cidade para estudar, mas como, se meu curso só tem na “capitar”. Vou parar de escrever pois acredito ter escrito um comentário nada dentro da proposta. Mas sei que precisa-va dizer. Como sou da geração “irresponsável” vou por a culpa na saudade! Um abraço Luciano. E meus parabéns.


  • RT disse:    ( 29.08.2011 às 16:42 )

    Concordo com bastante das coisas que diz, em quase todos os Podcasts Luciano. Um dia comentarei mais. Por enquanto, deixo este video que, apesar de abordar a coisa de maneira diferente, toca em alguns dos mesmos temas deste podcast: http://vimeo.com/28191450

    Acho que é um tema bastante relevante. O que fazer com as habilidades que os jovens possuem por todo o mundo? Por onde canalizar? Como criar oportunidades? Por vezes há que arrancar a oportunidade. Estar atento ao que se passa na vizinhança, e ter a coragem de fazer algo diferente.

    Também penso que, muitas vezes, ao fazer algo que se gosta — e nem sempre é fácil — é preciso mesmo muita coragem por vezes para contrariar a família e amigos todos, que quando se faz algo de que se gosta, que isso transparece no ‘producto’. Claro que nem toda a gente pode, por isso é que por vezes é preciso ser atrevido, arrancar a oportunidade com estilo e leveza, com graça.

    Um dia comentarei mais.


  • Marcelo Andrade disse:    ( 22.08.2011 às 15:17 )

    Luciano, gostei muito deste podcast. Acho muito interessante esta discussão sobre gerações. Gostaria de saber dentro deste contexto, qual sua opinião sobre esta geração de jovens empreendedores. Abraços. Marcelo.


  • Paulo Henrique disse:    ( 19.08.2011 às 14:43 )

    Olá, Luciano!

    Geração X, Y ou Z?
    Eu sou mais eu!


  • Rafael Bernardino disse:    ( 19.08.2011 às 10:35 )

    Olá Luciano, Meu nome é Rafael Bernardino tenho 23 anos, moro em Osasco, e conheci o seu programa por meio de uma entrevista no RadioFobia, que por sinal muito legal, parabéns.
    Tenho uma opinião bem similar a isso, sou da classe C, se é que se pode se dizer assim, que nunca tive acesso a uma educação excelente, em quanto alguns amigos meus já dispunham de tal recurso, quando mais novo me mudava muito de casa e isso me forçava a mudar muito de escola, e por mudar de escola tive sempre que me esforçar para que minha notas não caíssem, e desde então sempre tive essa noção de que pra eu ter as coisas sempre tenho que me esforçar.
    Pessoas muito próximas a mim cursaram a faculdade, que os pais pagavam, e ainda acharam a experiência péssima e afirmavam ter sido a pior coisa para eles.
    Esse tipo de pessoa que não precisa se esforçar, não aprende o valor que as coisas têm, é um tanto diferente comparar a isso, mas é um exemplo valido: Os videogames de hoje estão muitos mais fáceis do que os de antigamente, na existe um desafio real, as fases foram facilitadas, não permite que o jogador/profissional exerça sua criatividade, seu raciocínio lógico, isso tanto profissional quanto pessoal define o caráter da pessoa, que muitas vezes não sabe o que realmente é um desafio.


  • Joel Dias disse:    ( 16.08.2011 às 19:35 )

    Parebéns pelo episódio que está demais esta semana. Sou ouvinte freqüente e já antigo, mas me surpreendi com uma praticamente reveleção no episódio desta semana. Sou geração X e trabalho com vários Y, e muita coisa sempre me indignou em certas premissas de como esta nova geração deveria supostamente se portar no trabalho. Valeu!


  • Gilberto Vieira de Sousa disse:    ( 16.08.2011 às 19:33 )

    Olá Luciano, bom dia, boa tarde, boa noite…
    Sou ouvinte de podcast já a alguns anos e um dia desses resolvi procurar por algum que contemplasse em seu conteúdo músicas de qualidade.
    Para minha surpresa, descobri o Café Brasil, que além da música de qualidade, esta carregado de deliciosas discuções, tratadas com inteligência, prudência e um impagável senso de humor.
    Me dei o direito de uma overdose de Café Brasil,ouvindo vários programas por dia, onde aproveitei para realinhar alguns de meus pensamentos.
    Fiquei surpreso e muito contente ao ouvir, como trilha sonora de um dos programas, Lingua de trapo, que foi um dos grupos que embalou minha pré adolescencia, junto com Premeditando o Breque, Joelho de Porco, Serginho Leite, entre vários ícones da nossa Bossa Nova.
    Quando você comenta sobre o politicamente correto, eu penso que, é uma maneira de fazer com que o brasileiro perca o pouco de identidade que tem, pois o que tem que ser combatido é a falta de educação, o que não é feito e a falta de cultura, o que também não é feito.
    Sensacional sua referencia a “Geração Pocotó”.
    E para finalizar, falando de religião e falta de questionamento lhe faço uma pergunta simples: Quando houve, segundo a história bíblica, o grande dilúvio, que arrastou Noé e sua arca, inundando todo o planeta, toda a água ficou doce ou toda água ficou salgada?
    Quero lhe deixar uma sugestão de pauta, falar sobre o ostracismo, este vilão mais que presente em nosso dia a dia.
    Parabéns a você e sua equipe pelo ótimo conteúdo e qualidade acima da média.
    Um grande abraço
    Gilberto


  • Ricardo disse:    ( 12.08.2011 às 0:54 )

    Parabéns, comecei a ouvir hoje e já estou no meu terceiro podcast. Abraço


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