Em 8 de Setembro de 2011 às 18:57
Categorizado em Café Brasil Podcast
E daí, que idade você tem? Já passou dos quarenta? E se tiver que procurar um emprego nessa idade, já pensou? Você é dos que acha que é a idade física que determina o prazo de validade das pessoas? Afinal de contas, para o mundo profissional quando é que começamos a morrer? Esse assunto é chato, é? Pois saiba que a sua hora vai chegar. E é isso que vamos discutir no programa de hoje. Na trilha sonora, Edigar Mão Branca, Zé Rodrix, Yamandu Costa com Dominguinhos, Adriana Calcanhoto, Lula Queiroga com Lenine e Clementina de Jesus. Apresentação de Luciano Pires.
O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em http://www.portalcafebrasil.com.br/dlog


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This show reminded me of a joke.
Sam had been working at the electric generating station since he graduated high school. He worked his way up to master mechanic in charge of keeping all of the equipment operational and was quite happy in his job. One day he is called into the office and congratulated on reaching the age Of mandatory retirement and the company would be throwing a party to celebrate his retirement. Sam protested that he loved his job and didn’t feel the need to retire. The boss insisted that the rules required him to retire and he just better get used to it.
Sam sadly attends the retirement party and goes home and out of the minds of his coworkers. A few months later, one of the machines starts to act up and the new chief mechanic tries everything he can think of to effect repairs without success. In desperation he asks the boss to call in Sam to see if he can fix it. Sam comes in and walks up to the machine. He listens to it intently. Asks to borrow a small hammer. Judiciously taps a few spots and then gives it a great whack. The machine immediately begins to work perfectly. Sam goes out to his car and comes back with a piece of paper and hands it to the boss. The paper is a handwritten invoice for $5000.50. The boss looks at the invoice in wonder and asks Sam the meaning of this. Sam explains that the fifty cents is for his time repairing the machine and the $5000 is for knowing where to hit the machine.
Luciano, muito boa noite
Primeiro: quaro agradecer a melhor risada do dia com os “120 anos” da Clementina de Jesus! Sou mega fâ da força de suas interpretações e fiquei feliz demais em ouvir esta voz impar no meu podcast favorito.
Segundo: fiquei muito comovida com a história da candidata ideal à vaga, porem “negra”… E por tal razao, marcada em sua ficha como um não-ariano na Segunda Guerra… Me entristece a plena consciencia de que tais “marcas” persistem e ainda persistirão por algum tempo. Mas nao pra sempre!!!
Terceiro: este programa fez com que eu me sentisse uma abençoada, pois faço parte de um grupo muito especial: faço o que gosto, meus chefes são os meus clientes e na minha carreira a idade é tida como um mérito, e não um demérito. Ainda hoje, com quase 40 anos, mas rostinho de 35, ainda surge algum desconfiado sobre eu ser “muito jovem”. Hehehe. Imagina a cena…
Obrigada por me lembrar como algumas coisas que não damos tanta importância, são fundamentais.
Novamente, um excelente programa!
Um forte abraço
Rita Jorge
Eu conheço outro título: “Véio Zuza”.
Digo porque minha esposa me chama assim quando estou irritado…rs e olha que só tenho 30!
Parabéns pelo episódio!!
Caro Luciano!
Um dia as empresas abandonarão seu preconceito na hora de contratar pessoas mais velhas. Um dia.
Olá Luciano, estou ouvindo o seu podcast “Os ranzinzas” e fiquei extasiado com o texto, com as músicas e com os seus livros. Sensacional! Como é bom saber que ainda existe “produtos” de qualidade para ouvirmos e discutirmos. Como jovem pude fazer reflexões sobre o nosso futuro e o futuro de meus filhos. É de ficar alarmado com o que virá. Será que estaremos anestesiados com a Eguinha Pocotó do futuro? Ou será que encontraremos o Nosso Monte Everest? Fico preocupado se no futuro serei um ranzinza… Espero que esteja lúcido para não ser um ranzinza, mas sim um agente de mudança e comportamento das pessoas que estiverem ao meu redor. Como é gostoso identificar essas pessoas não é mesmo? Você já percebeu que essas pessoas que são consideradas como diferença na sociedade não fazem nada mais do que fazer o certo? Estranho né?! Pessoas que fazem o certo, são consideradas exceções. Isso não deveria ser regra? Deveria ser norma. Regra em ser educado, respeitar o próximo, lutar contra a corrupção de nosso país, buscar solucionar os problemas do seu amigo e fazer com que as pessoas sejam mais felizes? Pois bem Luciano vivemos no mundo dos espertos, dos corruptos e do prazo de validade. Prazo de validade. Já percebeu que tudo hoje tem prazo de validade? Loção após barba, biscoito, computadores e até gente. Pois é, estou cansado de nossa cultura tipicamente brasileira. Mas, fazer o que nasci nela…Acho que o único jeito é sermos menos imbecis a ponto de achar que tudo é normal, que tudo segue um curso normal e que pior não fica. Pois bem, fica pior sim. E se não estivermos em alertas poderemos ser igual aqueles da eguinha pocotó! Deus me livre!
P.S – Luciano ainda não tive a oportunidade de ler o seu livro, quem sabe você não pode me dar um! Abraços