274 - China Song

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cafe_brasil_china_songNo programa da semana retomamos o tema “China conquistando o mundo”, dessa vez com um testemunho de ninguém menos que o ex-ministro Ozires Silva! Tamos mal de ouvinte? Um pouco de história da China e de umas coisinhas que o Brasil poderia fazer para enfrentar o tsunami chinês. Será que temos bala na agulha pra fazer o que tem que ser feito? Essa é a questão. E pra variar um pouco, música chinesa no programa! Na trilha sonora, Carol Welsmann, Jô de Souza com Tuco Freire, grupo Flor de Cactus, The Avalons e Lei Qiang. Apresentação de Luciano Pires.

O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em http://www.portalcafebrasil.com.br/dlog






3 comentários sobre “274 - China Song”
  • Marcos “o genio do mal” disse:    ( 08.12.2011 às 18:48 )

    Duas culturas que eu realmente e admiro e choro por não ter nascido nela, a chinesa e a Japonesa, as pessoas que sofrem o que eles sofrem e sempre se levantam, merecem ser respeitados!!


  • W. Gabriel de Oliveira disse:    ( 06.12.2011 às 16:06 )

    Oi, Luciano. Gosto de seus programas também pelo pós-programa que eu faço: pesquisa sobre o que não conheço, incluindo músicas e pessoas. Bem, após ouvir seu programa 274 (China Song), fui pesquisar mais sobre Antônio Barros de Castro, de quem eu ouvira falar apenas em meu mestrado, mas sobre quem não foquei atenções e acabei esquecendo. Foi então que descobri quão excelentes ideias e visão singular ele nos ofereceu. Pena que, mesmo como ex-presidente do BNDES, talvez suas obrigações burocráticas o consumiram mais que seu brilhantismo como pesquisador e cientista econômico. E logo quando eu estava reunindo mais materiais para conhecer esse ser, o Google me veio com esta: “Ex-presidente do BNDES Antônio Barros de Castro morre após desabamento de laje no Humaitá”. Notícia do O Globo, de agosto de 2011. Como assim, Luciano? Desabamento de laje, no seu escritório, enquanto trabalhava? Luciano, da tristeza à revolta, pergunto-me: quanto tempo perdi? Quantas ideias puderam ou não ser aproveitadas, conhecidas, divulgadas, inspiradas? Essa última notícia me fez perceber o quanto de riqueza e boas ideias temos em nossa terra, quantas possíveis saídas para nossos problemas existem, mas que, por não focarmos atenções e acabarmos esquecendo, estamos onde estamos por tanto tempo. Sejam ideias boas ou impraticáveis, mentes brilhantes sempre inspiram e devem ser explicitadas. Não esquecidas. Mas é assim que funcionamos com nossa política, nossas iniciativas inovadores, nossa Educação, nossa pesquisa científica, nossos filhos, quiçá. Assim, nós damos foco ao que nos estabiliza sem percebermos que a contínua estabilidade é a nossa zumbização.


  • Artur Antunes disse:    ( 03.12.2011 às 18:45 )

    Eu não entendo muito a visão das pessoas de acharem que a China é um exemplo. Talvez ela possa chegar a ser a maior potência do mundo, mas a que custo?! Pessoas trabalhando por várias horas e recebendo miséria em um regime quase escravo é o que a gente deve implantar no nosso país para dar certo?! Espero que pelo menos na China, a longo prazo as pessoas comecem a receber de volta o que investiram pelo país, embora eu acho que vai ser difícil isso acontecer, pois tem que ser muita grana para dividir com tanta gente. Lembrando que o Japão, no final da segunda guerra, tinha uma fama parecida com a da China, com mão de obra barata e qualidade de serviço nem sempre muito boa, mas hoje é país de primeiro mundo.


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