O programa da semana é diferente de tudo que já fizemos. É coisa de fã, totalmente dedicado a uma música: Bohemian Rhapsody da banda inglesa Queen, que é considerada um dos maiores rocks de todos os tempos, se é que pode ser chamada de rock. O programa foge completamente da temática do Café Brasil, mas TINHA que ser feito e foi uma curtição montá-lo, com cinco horas de gravação e edição, contra a hora e vinte dos programas tradicionais. Com um trabalho minucioso de edição do Lalá Moreira, vamos desmontar a música e falar sobre ela. Se você gosta de Bohemian Rhapsody, vai se emocionar… Na trilha sonora, Brian May, John Deacon, Roger Taylor e Freddie Mercury, do Queen, William Shatner, Jake Shimabukuro e a banda canadense The Braids. Apresentação de Luciano Pires.
O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em http://www.portalcafebrasil.com.br/dlog


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[...] falar, interpretar e contar a história de uma das canções mais espetaculares de todos os tempos: Bohemian Rhapsody. Vale a pena escutar, especialmente se você é fã de Queen. Além da belíssima e emocionante [...]
Fantástico…. fecho os olhas, imagine-se agora assistindo a interpretação da história da música num teatro ao som da música e seus atos….
Grandissíssimo tema, com uma abordagem muito boa. Foi massa saber mais sobre a música e ter a oportunidade de ver a letra com calma. Agradecerei novos programas com uma temática mais musical, principalmente com estudos de clássicos como este.
Bom, mas vou deixar este link (http://www.youtube.com/watch?v=2Iiy_YfpVn0) de vídeo no YouTube, com uma interpretação da música (e com o mote de quebrar todos os canais de gravação), pois assistí-lo foi o que me fez lembrar de comentar o programa.
Abraços.
Muito legal - principalmente os canais separados. Quero apenas adicionar que antes ainda de Led Zeppelin e Queen, o The Who já havia tentado algo parecido com uma construção operística - em Tommy - apenas mais completa. E mesmo antes disso, o próprio The Who escreveu “A Quick One (While He’s Away)”, que é composta em quatro movimentos. Aliás - uma sugestão para vocês explorarem.
ola luciano fiquei muito emocionado ao escutar esse programa sobre Queem,banda que me inspira vario momento seja trabalho passeio,,venho escutando cafe brasil a mais ou menos 1 ano morando aqui no japao com toda essa cultura diferente,,sempte que posso escuto seu podcasts,seja em casa no itunes iphone outro..Outro programa que me emocionou ao falar das nossa mae ..me bateu aquela saudade da minha querida maezinha ja nao a verjo faz mais de 3 anos morando no brasil aqui fica meu comento luciano muito obrigado fique com deus ate mai um podcasts..
bom dia,boa tarde, boa noite, o que posso dizer sobre o cafe brasil, apenas que deixei o radio de lado para ouvir e re ouvir , estes maravilhosos cafes, cheios de informaçao e de muita genialidade, olha que se o boca a boca pega.. logo logo vai ter radio plagiando, agradeço por demais este tunel do tempo para esta obra prima do Queen, e de arrepiar!!!
Arrasou Luciano…assim como o Fernando Griesang, estou ouvindo pela terceira vez.
E o Pink Floyd heim? Daria um ótimo programa também…
Um abraço…obrigada
Hoje voltei de viagem da casa de minha namorada, no trecho de Tiros-MG a Rio Paranaíba-MG, simplesmente flutuando ao ouvir esse podcast do Bohemian Rhapsody. Fiquei nas nuvens e de queixo caído ao ouvir essa música tão espetacular, verdadeira obra de arte, uma concepção primorosa. Fiquei maravilhado com tanta informação. Não conhecia todo o contexto da música e nem que a mesma tinha sido a precursora na introdução de outros elementos no rock como a ópera e nem de que a mesma foi a responsável pelo surgimento do videoclip. Isso me fez admirar mais ainda o Queen e Freddie Mercury. E temos de agradecer a eles por tanta inovação, pois graças aos mesmos hoje temos várias bandas que mesclam vários elementos ao rock produzindo verdadeiras obras primas. A nível de Brasil temos o Angra e várias outras bandas. Temos a obra primoroza que é o Avantasia com o clássico Seven Angels e vários outros trabalhos fantásticos mundo afora. Fiquei estático ouvindo a tradução da música e as diversas possibilidades de interpretação que a mesma pode proporcionar. Essa, sem dúvida, é uma música que sempre possibilitará estudos inesgotáveis e muito interessantes. E é sem dúvida uma música que já tem seu lugar registrado na História como uma das grandes composições que jamais serão esquecidas. Parabéns Luciano por essa iniciativa e pelo ótimo gosto. Gosto muito de seus podcasts e este foi sem dúvida um dos que mais me emocionaram. Tanto é que ouvi ele várias vezes e também procurei os vídeos da música no youtube e fiquei assistindo e apreciando-os por várias horas. Ah, Luciano, bem que você poderia fazer esse tipo de podcast mais vezes. Afinal a música tem sempre muita coisa boa e várias nuances a serem exploradas. Outro dia ouvi uma música do Angra em um dos seus podcasts. Por que não fazer um podcast ou até mais de um falando das bandas brasileiras que fazem sucesso lá fora como por exemplo o Angra???
sensacional! Nada como conseguir trabalhar, com um presente deste que aumentou a minha concentração numa ilustração, enquanto sentia as mais diversas sensações e emoções se dissipando pelos cantos do corpo. Parabéns a todos pelo trabalho e envolvimento. sublime
Obrigada Luciano.
Meu filho do coração, o caçula, ouvindo o seu programa tão especial lembrando do quanto eu amo a banda Queen e a admiração que tenho por Freddy Mercury me enviou via e-mail .
Adorei o programa me emocionei e como você mesmo disse me arrepiei , mas a minha alegria foi em dobro porque ele, meu filho, teve o carinho e a lembrança de me enviar. Você além de ter feito um lindo programa você uniu o coração de mãe e filho com Bohemian Rhapsody, um filho fisicamente tão distante, mas muito mais próximo no dia de hoje.
Um abraço
Alda Cunha Marcato
Piracicaba -SP
Olá Luciano,
Nunca havia escutado um podcast seu e, na verdade, quase nada sei a seu respeito, infelizmente. Com Bohemian Rhapsody você prestou um serviço a todos os fãs do rock progressivo, nos quais eu me incluo, e principalmente aos aficcionados do Queen e de sua obra.
Parabéns e obrigado!
Werner.
Grande Luciano,
essa música é o mito da caverna a serviço do Rock, numa mistureira de coisas em uma música sem refrão.
Não entendeu?
Eu explico. Esta música tem alusões diversas à alegoria Mito da Caverna de Platão, ao contar a história de um homem que tenta sair de seu “mundo de aparências” e encontrar um “mundo real”.
Achei importante destacar esse ponto!
Um abraço,
Luiz Carlos - Londrina - 34
Luciano… Cara, realmente um MUITO OBRIGADO! Este programa me deixou meio fora - QUE BOM - da realidade! Me trouxe a tempos saudosos e desejados! Eles retornarão! Isso foi mágico! Um gigantesco ALOHA!
Obrigado pelo programa.
Esta música mexe comigo, tenho uma relação muito próxima com minha mãe e a maneira como Fred Marcury diz Mama quase me faz chorar quando a ouso.
Obrigado pelas explicações da letra!
Alô Luciano
Sem dúvida a música foi feita após ou durante A DESCOBERTA de que FREDDY estava com AIDS.
O choque de quem se achava infalível DESMORONOU…
abraços
roberto
Olá Luciano!
Desculpe, mas eu sou daqueles ouvintes que não comentam. Pois é, gostando ou não, sou sim mais um daqueles milhares que você possui e que provavelmente continuarão sem comentar.
Sei que você precisa desses comentários pra “manter” o podcast e blá, blá, blá… mas, desculpa, não gosto de comentar. Gosto de ouvir o podcast e continuar com os fones nos ouvidos por mais algum tempo, no silêncio, refletindo sobre o assunto enquanto dou continuidade ao meu trabalho.
Hoje não. Hoje foi diferente. Ouvi o podcast e quando chegou ao fim pensei “Não. Preciso ouvir de novo!”. Assino o Café Brasil pelo iTunes há anos, já ouvi todos os episódios disponíveis e pela primeira vez, repeti instantaneamente um podcast. “É hoje! Vou comentar!”. Parei tudo o que estava fazendo aqui no meu trabalho pra fazer o meu 1º comentário. Então aí vai:
Luciano. Muito obrigado!
Agora dá licença que vou ouvi-lo novamente!
Obrigado Luciano.
Bom dia, Luciano! São 2:43h da madrugada e após ouvir este podcast três vezes seguidas resolvi escrever. Engraçado, né? Sou ouvinte assídua do Café Brasil e tantas vezes tive vontade de escrever mas somente agora, hoje, neste exato momento, 2:43h da madruga, decidi fazê-lo.
Eu ainda brincava com bonecas e ouvia As Melindrosas quando Bohemyan Rapsody foi lançada. Naquela idade, o rock ainda não havia entrado em minha vida. Contudo, meu pai era amante da boa MPB e cresci ouvindo Cartola, Geraldo Pereira, Assis Valente, bossa nova, dentre outros. Era um mundo musical maravilhoso aqueles discos de vinil, coleções inteiras com Donga, Caymi, Luis Gonzaga que papai colocava no toca-discos Gradiente e me chamava para ouvir. E eu gostava tanto.
Mas então chegou a adolescência e aconteceu o primeiro Rock in Rio… E conheci o Queen… E ouvi Fred Mercury cantando Love of My Life… E me apaixonei por aquela música nova para mim. Lembro-me de sair para comprar todos os LPs do Queen e papai olhando para eles com cara de desgosto. Imagina, tão orgulhoso ele era de sua filha admiradora da boa MPB e agora lá estava eu, enlouquecida ouvindo um bando cabeludo com um sujeito muito suspeito cantando. E enquanto dentro do meu quarto eu devorava aquele som diferente ele ficava na sala com seus discos. Tentava dividir com ele meu entusiasmo com aquela descoberta mas ele dizia impaciente: “não entendo o que eles estão dizendo, como posso ouvir?”
E assim algumas semanas se passaram até que em uma tarde qualquer, provavelmente depois da aula de inglês, cheguei em casa e coloquei Bohemyan Rapsody no aparelho de som Gradiente na sala. Afinal, Bohemyan Rapsody merecia um som Gradiente. E aquele som maravilhoso invadiu o apartamento! E eu cantava e dançava e tentava acompanhar Fred cantando. Terminei minha apresentação, guardei o disco e me juntei a papai e mamãe na mesa de jantar. E foi em um tom quase displicente que papai perguntou: “O que diz a letra desta música, filhota?” - ele me chamava de filhota. E passamos todo o jantar e mais algumas horas após e outras tantas tardes tentando compreender aquela letra.
Foi Bohemyan Rapsody que me reaproximou musicalmente de papai. Hoje, ainda ouço a boa MPB e sabe o que papai comentou sobre o último show dos Rolling Stones no Rio? - “Não é que os velhinhos sabem mesmo tocar?
Um grande beijo para você, obrigada mais uma vez e diga ao Lalá que ele é um gênio!
Arrepiante esse episódio do “Café Brasil”. Assim como você, eu também amo enlouquecidamente a música “Bohemian Rhapsody” e a acho uma obra-prima de gênio (do gênio Fred Mercury), portanto esse podcast foi um banquete pra mim. Você e a turma da edição deram um show, pois o que vocês fizeram nesse episódio não é para principiantes. Parabéns a todos aí! Só acho uma coisa: pra mim, essa música não tem conotação sexual alguma, ela é triste e pesada demais pra isso. Na minha opinião, ela quer dizer exatamente, palavra por palavra, o que diz: o horror de um jovem inocente obrigado a ir lutar numa guerra estúpida com a qual ele não tem nada a ver, para matar pessoas em nome de interesses egoístas de outras pessoas. Já conversei com pessoas que foram para guerras, e todas elas descrevem mais ou menos o horror retratado pelo Fred nessa canção. O duro é saber que, décadas depois, “Bohemian Rhapsody” continua atual. É porque a humanidade ainda não “desemburreceu”, como diz você. Que triste.
Luciano, esse Podcast sobre o Queen muito me surpreendeu, não imaginava que fosse você também um fã da obra desses 4 que tanto mudaram minha vida e, acredito, de muita gente.
Meu contato com o Queen foi um pouco mais tarde, é claro, afinal sou de 1987. Meu padrinho, falecido há pouco tempo e com quem eu tinha muito contato, desde pequeno deixava rolando rock e modas de viola no último volume quando eu ia visitá-lo.
E música é um negócio engraçado. Mesmo passivamente, vai pegando a gente e quando a gente percebe, já é fã e conhece de cabo a rabo todas as passagens.
Graças a esses felizes momentos, um dia tive um estalo e pensei “também quero fazer isso aí”. Decidi que seria músico. E pra ser sincero, por uma série de motivos que não caberia citar aqui, escolhi a música erudita, que ainda estudo e para a qual espero um dia poder contribuir.
Mas, apesar da escolha pela música erudita, o rock sempre foi e será minha paixão, e toda vez que pensava em desistir ou algum amigo, parente ou conhecido vinha dissuadir-me dessa opção, era no Queen que me apoiava, ao lembrar do maravilhoso álbum ‘A Night At The Opera”, de onde saiu a Bohemian Rhapsody. A força, a paixão, o ímpeto criativo e o arrebatamento causado por essa e outras músicas do Queen me inflamam de tal maneira que me fazem almejar com toda a força criar obras fantásticas que emocionem, intriguem ou deliciem a quem ouvir. Não sei se um dia conseguirei fazer algo nesse nível, ou além, ou aquém, mas enquanto eu ouvir essa e outras músicas com a paixão e a ‘invejinha boa’ que eu sinto, minha força de vontade há de superar qualquer dificuldade que se apresentar.
Obrigado, Luciano, e até mais!
Olá Luciano
Esse episódio do Café Brasil foi uma superação total de todo o histórico. Mas estou escrevendo para elogiar uma estrela que para mim brilhou mais forte: Lalá Moreira.
Você entregou um material genial para que ele trabalhar, e o Lalá surpreendeu. O modo como ele fez a música “esperar” pela sua narração, sem quebrar abruptamente o que estávamos ouvindo antes foi uma obra de arte. A impressão que dava era que sua voz dançava em harmonia com a música.
Luciano, parabéns! Você trabalhou com um material feito por gênios, e nos ajudou a enxergar melhor essa genialidade.
Luciano,
me considero um habitual ouvinte recente do podcast Café Brasil. Explico melhor: recentemente, coisa de poucos meses atrás, depois de ter escutado meu primeiro podcast, não resisti e baixei vários anteriores para não ficar no atraso deste trabalho incrível. Até estranhei o espaço semanal quando caí na realidade da frequência natural do Café Brasil.
Adotei de coração a causa e acredito plenamente que este é um dos caminhos para tentarmos mudar o status quo da cultura pocotó que se instalou neste nosso tão querido e promissor Brasil. Além de fã, procuro ser, humildemente, um multiplicador.
Mas hoje, depois de escutar o podcast do Bohemian Rhapsody, penso que houve uma superação. Não tenho a pretensão de achar que o estilo irá mudar, até mesmo porque acho que o padrão do podcast é o ideal. Mas hoje que incrível foi esmiuçar pouco a pouco esta música ícone, não digo nem de uma época, pois que esta, como muitas outras, são atemporais.
Acompanhar cada trecho, a letra, conhecer detalhes da criação, e consequentemente, admirar cada vez mais - pois já era fã - este artista sensacional que foi o Freddy Mercury, e a banda Queen, foi uma satisfação enorme. Este podcast ficará guardado e acessível, acabou virando um podcast de cabeceira.
Parabéns! E, se você quer saber, sugiro, vez ou outra, repetir a dose do formato, em cima de obras primas da música - estrangeira ou não.
Aquele abraço!
Claudio.
Olá meu Caro Luciano,
Eu fique surpreso e muito feliz com esse tema do programa, ja que sou apaixonado por queen, tendo ela como uma das 5 melhores bandas de todos os tempos na minha classificação.
Normalmente ao comentar aqui eu tento ser mais polido e falar corretamente, mas dessa vez não posso deixar de dizer que: PQP que programa foda pra caralho!!!!
eu nunca tinha parado para ler a letra dessa musica e fui descobrindo partes dela de acordo com o tempo e pelas vezes que ouvia, mas uns 20% da letra eu ouvia errada e inventei a minha própria versão hehehe.
Ao ouvir você desconstruir a musica, eu percebi que ela é uma real obra de arte, inclusive dando a chance de variadas interpretações
um grande abraço
do seu Ouvinte Fabiano