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	<title>Comentários em: 281 - Raciocínios perigosos</title>
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	<description>Programa Café Brasil, que trata de comportamento, cidadania, política e cultura brasileiras, misturando o melhor da Música Popular Brasileira com reflexões do apresentador, o escritor e palestrante Luciano Pires. Eleito em 2008 e 2009 como o Melhor Podcast de Entretenimento e Variedades no Prêmio Podcast Brasil</description>
	<pubDate>Thu, 17 May 2012 11:31:27 +0000</pubDate>
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		<title>Por: marcelo</title>
		<link>http://podcast.lucianopires.com.br/2012/01/19/281-raciocinios-perigosos/comment-page-1/#comment-26276</link>
		<dc:creator>marcelo</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 May 2012 15:35:24 +0000</pubDate>
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		<description>Ola novamente estou escrevendo para você, meu nome e Marcelo e passei a gosta do seu programa após ver meu pai lhe escutando.Hoje eu votei a te escutar após ficar um tempo sem escutá-lo, muita gente acha uma chatice o seu programa mais depois do seu "discurso" eles passam a se achar no programa, gosto muito da sua voz e acho q devo lhe agradecer por fazer esse programa muito, obrigado. Tenho 13 anos e me chamo Marcelo meu pai se chama Airton.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Ola novamente estou escrevendo para você, meu nome e Marcelo e passei a gosta do seu programa após ver meu pai lhe escutando.Hoje eu votei a te escutar após ficar um tempo sem escutá-lo, muita gente acha uma chatice o seu programa mais depois do seu &#8220;discurso&#8221; eles passam a se achar no programa, gosto muito da sua voz e acho q devo lhe agradecer por fazer esse programa muito, obrigado. Tenho 13 anos e me chamo Marcelo meu pai se chama Airton.</p>
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	<item>
		<title>Por: Sandro Sousa</title>
		<link>http://podcast.lucianopires.com.br/2012/01/19/281-raciocinios-perigosos/comment-page-1/#comment-24823</link>
		<dc:creator>Sandro Sousa</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 22:45:40 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Luciano ! Tô por aqui novamente pra fazer um comentário a respeito um homem que conheci dentro de uma van, quando me deslocava para Baturité (um município aqui do interior do Ceará) pois achei meio que pertinente ao tema deste podcast desta semana, vamos direto ao assunto !
Estava eu naquela van quando vi um senhor sentado com uma das pernas esticada, percebi que havia uma deformação em seu joelho e ele foi logo me explicando que havia sofrido um acidente de bicicleta após ter passado o dia bebendo e ao retornar pra sua casa na bicicleta foi atropelado por um carro, quando acordou já estava no hospital, ele concluiu que nunca mais iria andar de bicicleta novamente porque é muito perigosa ! Se não fosse trágico seria até engraçado.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Luciano ! Tô por aqui novamente pra fazer um comentário a respeito um homem que conheci dentro de uma van, quando me deslocava para Baturité (um município aqui do interior do Ceará) pois achei meio que pertinente ao tema deste podcast desta semana, vamos direto ao assunto !<br />
Estava eu naquela van quando vi um senhor sentado com uma das pernas esticada, percebi que havia uma deformação em seu joelho e ele foi logo me explicando que havia sofrido um acidente de bicicleta após ter passado o dia bebendo e ao retornar pra sua casa na bicicleta foi atropelado por um carro, quando acordou já estava no hospital, ele concluiu que nunca mais iria andar de bicicleta novamente porque é muito perigosa ! Se não fosse trágico seria até engraçado.</p>
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	<item>
		<title>Por: Katarine</title>
		<link>http://podcast.lucianopires.com.br/2012/01/19/281-raciocinios-perigosos/comment-page-1/#comment-24294</link>
		<dc:creator>Katarine</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jan 2012 02:38:08 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Luciano,
 meu nome é Katarine Félix, tenho 24 anos, moro em Teresópolis, Rj.
 Encontrei seu Podcast por acaso, e que feliz acaso, no iTunes. Eu simplesmente amei! O tema me chamou a atenção, mas o conteúdo superou minhas expectativas, tendo em vista que é bastante raro encontrar conteúdos que proporcione conhecimento cultural na mídia. 
Muito interessante a forma  como o tema é trabalhado, adorei as frases, as músicas nacionais, e o mais impactante em tudo isso é que o conteúdo é tratado de uma forma que faz com que  o ouvinte pense por si só. Eu tenho um sentimento bastante crítico em razão da forma como o conhecimento/ educação são transmitidos atualmente. Eu estudei direito e aprendi na faculdade que se você não é PHD em determinado assunto, não pode ter uma opinião aceitável sobre o tema. Deve apenas escolher tal linha de pensamento de sicrano ou de beltrano.  A maior parte do conteúdo que nos é imposto não nos ensina a desenvolver um raciocínio crítico, devemos, apenas, conhecer e decorar.  E a forma como você apresenta as informações sob perspectivas diferentes , fazendo com que pensemos sobre o assunto  é  sensacional.
Enfim, parabéns pelo  programa, que é de excelente qualidade. Ah e sim, eu comentei, e quero ganhar um livro haha um abraço! :)</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Luciano,<br />
 meu nome é Katarine Félix, tenho 24 anos, moro em Teresópolis, Rj.<br />
 Encontrei seu Podcast por acaso, e que feliz acaso, no iTunes. Eu simplesmente amei! O tema me chamou a atenção, mas o conteúdo superou minhas expectativas, tendo em vista que é bastante raro encontrar conteúdos que proporcione conhecimento cultural na mídia.<br />
Muito interessante a forma  como o tema é trabalhado, adorei as frases, as músicas nacionais, e o mais impactante em tudo isso é que o conteúdo é tratado de uma forma que faz com que  o ouvinte pense por si só. Eu tenho um sentimento bastante crítico em razão da forma como o conhecimento/ educação são transmitidos atualmente. Eu estudei direito e aprendi na faculdade que se você não é PHD em determinado assunto, não pode ter uma opinião aceitável sobre o tema. Deve apenas escolher tal linha de pensamento de sicrano ou de beltrano.  A maior parte do conteúdo que nos é imposto não nos ensina a desenvolver um raciocínio crítico, devemos, apenas, conhecer e decorar.  E a forma como você apresenta as informações sob perspectivas diferentes , fazendo com que pensemos sobre o assunto  é  sensacional.<br />
Enfim, parabéns pelo  programa, que é de excelente qualidade. Ah e sim, eu comentei, e quero ganhar um livro haha um abraço! <img src='http://podcast.lucianopires.com.br/wp/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
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	<item>
		<title>Por: Guilherme Missali</title>
		<link>http://podcast.lucianopires.com.br/2012/01/19/281-raciocinios-perigosos/comment-page-1/#comment-24159</link>
		<dc:creator>Guilherme Missali</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Jan 2012 02:06:56 +0000</pubDate>
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		<description>Fala, Luciano!
Um ótimo dia para você e toda essa equipe fantástica que dá vida a este programa de 1ª categoria em termos de informação e cultura.
Serei breve, espero. Quem sabe não nos topemos na agradável Bauru qualquer dia desses, cidade que não conheço, porém onde tenho amigos que me cobram a visita, e hei de fazê-la.
Bem, primeiramente gostaria de elogiar e evidenciar as felizes considerações trazidas no podcast n. 281 (“Raciocínios Perigosos”). Sabe que ele veio em perfeita sintonia com fenômenos atuais observados a nossa volta, especialmente àqueles que dizem respeito ao culto/adoração ao fútil e ao medíocre. Gosto daquele aforismo grego que sentencia: “estar na media é estar no patamar da mediocridade”. A imagem que ele transmite fala por si só.
Faço essa observação tendo em vista, por exemplo, situações, digamos, um tanto quanto esdrúxulas e descabidas fomentadas pelos meios de comunicação. Situações nas quais “Luizas”, “drinks”, modismos de novelas, enfim, matérias desprovidas de um real valor e sentido ganham vida, formando uma cadeia viral em conversas insossas do cotidiano dos cidadãos (algo como “já que não temos o que falar, já que não exploramos as fontes interessantes disponíveis na internet para refinar nosso conhecimento, por exemplo, mastiguemos os “trend topics”, para aparentarmos estar a par do que se passa. Outro perigo essa questão do “ser” versus “parecer”). 
Trata-se de um cenário lamentável, no qual “os últimos acontecimentos” do Big Brother ditam a pauta das discussões, rebaixando o nível da criticidade. Tal fato acarreta em um círculo vicioso de “voyeurs”, cidadãos que em vez de agirem, ficam na espreita, passivamente, aguardando qualquer caso acontecer (seja no Canadá, seja no Brasil, onde quer que seja, afinal) a fim de terem o status de “primeiro”. O primeiro a comentar, a postar, a compartilhar... Já reparou que, de uns tempos para cá, as conversas, não raro, se resumem ao mesmo ponto, os e-mails se repetem à exaustão, aquilo que se “curte” é igual? Rumo à pasteurização, homogeneização do homem. Perigo novamente!
Ora, nesse sentido, parece-me que a “teoria dos 4 rês” é uma ferramenta essencial para lidar com e filtrar certos absurdos que pairam pelos ares. Fica a sensação de que o homem parou de evoluir, cada qual à sua maneira.
Por fim, aproveito para registrar minha felicidade em saber que os roteiros (e assim as trilhas sonoras, as citações, os textos) dos podcasts estarão disponíveis para consulta por meio do DLOG Café Brasil. Tal mecanismo surge como um complemento chave para elevar o cafezinho ao posto de iguaria divina, que trato de oferecer a meus amigos, na certeza de estar divulgando doses de sabedoria.
De cafezinho em cafezinho nos tornaremos cidadãos, senão mais pensantes, oxalá um pouquinho mais alertas e cientes daquilo que realmente importa para amadurecermos com inteligência.
Abraços,
Guilherme</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Fala, Luciano!<br />
Um ótimo dia para você e toda essa equipe fantástica que dá vida a este programa de 1ª categoria em termos de informação e cultura.<br />
Serei breve, espero. Quem sabe não nos topemos na agradável Bauru qualquer dia desses, cidade que não conheço, porém onde tenho amigos que me cobram a visita, e hei de fazê-la.<br />
Bem, primeiramente gostaria de elogiar e evidenciar as felizes considerações trazidas no podcast n. 281 (“Raciocínios Perigosos”). Sabe que ele veio em perfeita sintonia com fenômenos atuais observados a nossa volta, especialmente àqueles que dizem respeito ao culto/adoração ao fútil e ao medíocre. Gosto daquele aforismo grego que sentencia: “estar na media é estar no patamar da mediocridade”. A imagem que ele transmite fala por si só.<br />
Faço essa observação tendo em vista, por exemplo, situações, digamos, um tanto quanto esdrúxulas e descabidas fomentadas pelos meios de comunicação. Situações nas quais “Luizas”, “drinks”, modismos de novelas, enfim, matérias desprovidas de um real valor e sentido ganham vida, formando uma cadeia viral em conversas insossas do cotidiano dos cidadãos (algo como “já que não temos o que falar, já que não exploramos as fontes interessantes disponíveis na internet para refinar nosso conhecimento, por exemplo, mastiguemos os “trend topics”, para aparentarmos estar a par do que se passa. Outro perigo essa questão do “ser” versus “parecer”).<br />
Trata-se de um cenário lamentável, no qual “os últimos acontecimentos” do Big Brother ditam a pauta das discussões, rebaixando o nível da criticidade. Tal fato acarreta em um círculo vicioso de “voyeurs”, cidadãos que em vez de agirem, ficam na espreita, passivamente, aguardando qualquer caso acontecer (seja no Canadá, seja no Brasil, onde quer que seja, afinal) a fim de terem o status de “primeiro”. O primeiro a comentar, a postar, a compartilhar&#8230; Já reparou que, de uns tempos para cá, as conversas, não raro, se resumem ao mesmo ponto, os e-mails se repetem à exaustão, aquilo que se “curte” é igual? Rumo à pasteurização, homogeneização do homem. Perigo novamente!<br />
Ora, nesse sentido, parece-me que a “teoria dos 4 rês” é uma ferramenta essencial para lidar com e filtrar certos absurdos que pairam pelos ares. Fica a sensação de que o homem parou de evoluir, cada qual à sua maneira.<br />
Por fim, aproveito para registrar minha felicidade em saber que os roteiros (e assim as trilhas sonoras, as citações, os textos) dos podcasts estarão disponíveis para consulta por meio do DLOG Café Brasil. Tal mecanismo surge como um complemento chave para elevar o cafezinho ao posto de iguaria divina, que trato de oferecer a meus amigos, na certeza de estar divulgando doses de sabedoria.<br />
De cafezinho em cafezinho nos tornaremos cidadãos, senão mais pensantes, oxalá um pouquinho mais alertas e cientes daquilo que realmente importa para amadurecermos com inteligência.<br />
Abraços,<br />
Guilherme</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Avacir</title>
		<link>http://podcast.lucianopires.com.br/2012/01/19/281-raciocinios-perigosos/comment-page-1/#comment-24151</link>
		<dc:creator>Avacir</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Jan 2012 22:28:17 +0000</pubDate>
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		<description>Olá Luciano,
quando ouviu o seu podcasts pela primeira vez, o que não faz mais que uma semana, pensei: existe vida inteligente na net. 
De lá prá cá, já percorrir por vários programas para saciar a sede de curisiodade que você injeta nos ouvintes com muita sapiência. 
Sobre a temática dos "raciocínios perigosos" me pus a remexer na minha caixola á respeito de um assassinato que ocorre na minha cidade esta semana. Um homem, pai de família, matou sua amante. A justificativa que rolou foi que depois do teste de DNA, ele descobriu que a criança, que a amante dissia ser seu filho não era. 
Sintindo-se com a honra de homem manchada ele matou a amante e o menino de apenas dois anos e meio. Este fato causou comoção geral na nossa pequena e pacata cidade de Rolim de Moura (Rondônia).
Temos ai de forma desumana mais um fato que corrobora a ideia dos "raciocínios perigosos". A morte de uma mulher de 30 anos, junto com o seu bebê de 2 anos e meio sendo justificada em função da lógica machista.
Em pleno século XXI as mulheres ainda são vistas como propriedade do macho. O cara casado, pai de dois filhos, tem o direito de ter um amante, mas ela não podia lhe ser infiel.
Se não fosse totalmente trágico, provavelmente, Shakespeare, no século XVI, transformaria esta história numa pela peça de dramaturgia.
A nós, pacatos cidadãos rolimourenses resta apenas a mesma  constatação do personagem de "Corração na trevas": o horror!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Luciano,<br />
quando ouviu o seu podcasts pela primeira vez, o que não faz mais que uma semana, pensei: existe vida inteligente na net.<br />
De lá prá cá, já percorrir por vários programas para saciar a sede de curisiodade que você injeta nos ouvintes com muita sapiência.<br />
Sobre a temática dos &#8220;raciocínios perigosos&#8221; me pus a remexer na minha caixola á respeito de um assassinato que ocorre na minha cidade esta semana. Um homem, pai de família, matou sua amante. A justificativa que rolou foi que depois do teste de DNA, ele descobriu que a criança, que a amante dissia ser seu filho não era.<br />
Sintindo-se com a honra de homem manchada ele matou a amante e o menino de apenas dois anos e meio. Este fato causou comoção geral na nossa pequena e pacata cidade de Rolim de Moura (Rondônia).<br />
Temos ai de forma desumana mais um fato que corrobora a ideia dos &#8220;raciocínios perigosos&#8221;. A morte de uma mulher de 30 anos, junto com o seu bebê de 2 anos e meio sendo justificada em função da lógica machista.<br />
Em pleno século XXI as mulheres ainda são vistas como propriedade do macho. O cara casado, pai de dois filhos, tem o direito de ter um amante, mas ela não podia lhe ser infiel.<br />
Se não fosse totalmente trágico, provavelmente, Shakespeare, no século XVI, transformaria esta história numa pela peça de dramaturgia.<br />
A nós, pacatos cidadãos rolimourenses resta apenas a mesma  constatação do personagem de &#8220;Corração na trevas&#8221;: o horror!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Romulo</title>
		<link>http://podcast.lucianopires.com.br/2012/01/19/281-raciocinios-perigosos/comment-page-1/#comment-24119</link>
		<dc:creator>Romulo</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Jan 2012 11:14:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://podcast.lucianopires.com.br/?p=1566#comment-24119</guid>
		<description>Olá Luciano e ouvintes do Café Brasil. 

Gostaria de me apresentar primeiro. Sou Romulo, tenho 23 anos, moro em Minas Gerais e sou bacharel em ciência da computação e hoje sacrifico 
algumas horas de trabalho e sono para cursar disciplinas de mestrado em uma universidade federal. 

Sobre o episódio "Raciocínios perigosos" tenho um exemplo. Certo dia fui almoçar com o pessoal do trabalho, a TV do restaurante estava ligar e passou uma notícia no jornal sobre manobristas que roubam pequenos objetos e moedas nos carros os clientes. Após a notícia, um dos colegas que trabalho comentou - Pra que as pessoas vão deixar moedas dentro do carro?. Nesse contexto, eu não consegui conter-me e falei - Como eu não posso ter o direito de deixar moedas e objetos no meu próprio carro? E se eu deixar a culpa é minha de alguém roubar? 
Isso seria um exemplo de "NÓIS QUI INVERTEMO AS COISA"? 

Em relação ao caso da Geisy arruda. Qual o nome vocês dariam ao fato de que no carnaval seguinte, ao acontecimento, o vestido mais vendido em São Paulo, foi o mesmo modelo de vestido usado por ela? 

Falando sobre sobre a televisão. Existe uma charge que circulas nas redes sócias que ilustra bem nossa situação: Um homem sentado na poltrona em frente à TV com aparência de zumbi, o controle remoto na mão com uma seta indicando como sendo Vírus e jogados no chão alguns livros com outra seta chamando-os de "Cura"... (não encontrei a imagem agora pra postar) 

Obrigado pelo espaço e pelo seu trabalho. 

Abraços,

Romulo</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Luciano e ouvintes do Café Brasil. </p>
<p>Gostaria de me apresentar primeiro. Sou Romulo, tenho 23 anos, moro em Minas Gerais e sou bacharel em ciência da computação e hoje sacrifico<br />
algumas horas de trabalho e sono para cursar disciplinas de mestrado em uma universidade federal. </p>
<p>Sobre o episódio &#8220;Raciocínios perigosos&#8221; tenho um exemplo. Certo dia fui almoçar com o pessoal do trabalho, a TV do restaurante estava ligar e passou uma notícia no jornal sobre manobristas que roubam pequenos objetos e moedas nos carros os clientes. Após a notícia, um dos colegas que trabalho comentou - Pra que as pessoas vão deixar moedas dentro do carro?. Nesse contexto, eu não consegui conter-me e falei - Como eu não posso ter o direito de deixar moedas e objetos no meu próprio carro? E se eu deixar a culpa é minha de alguém roubar?<br />
Isso seria um exemplo de &#8220;NÓIS QUI INVERTEMO AS COISA&#8221;? </p>
<p>Em relação ao caso da Geisy arruda. Qual o nome vocês dariam ao fato de que no carnaval seguinte, ao acontecimento, o vestido mais vendido em São Paulo, foi o mesmo modelo de vestido usado por ela? </p>
<p>Falando sobre sobre a televisão. Existe uma charge que circulas nas redes sócias que ilustra bem nossa situação: Um homem sentado na poltrona em frente à TV com aparência de zumbi, o controle remoto na mão com uma seta indicando como sendo Vírus e jogados no chão alguns livros com outra seta chamando-os de &#8220;Cura&#8221;&#8230; (não encontrei a imagem agora pra postar) </p>
<p>Obrigado pelo espaço e pelo seu trabalho. </p>
<p>Abraços,</p>
<p>Romulo</p>
]]></content:encoded>
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