285 - Idioletice

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cafe_idioleticeO programa da semana trata da língua que falamos e que aos poucos modificamos. Você também acha que a língua que falamos é uma espécie de organismo vivo que vai sendo modificado com o tempo? Acho que não há dúvidas sobre isso, não é? A questão é saber se está sendo modificado para melhor ou para pior. Ou se está sendo utilizado como instrumento político. Aliás, dá até para questionar a noção de pior ou melhor. Também tratamos da angústia de achar que escrevemos errado… Na trilha sonora Victor Batista, Ricardo Herz, Geraldo Azevedo, Paulo Moura com Armandinho, Altamiro Carrilho, Marlene e o índio Lillíssica. Coisas de Café Brasil, né? Apresentação de Luciano Pires.

O texto desse programa, com poesias e letras das músicas pode ser encontrado no DLOG CAFÉ BRASIL, publicado em http://www.portalcafebrasil.com.br/dlog






5 comentários sobre “285 - Idioletice”
  • Francisco Jose disse:    ( 06.03.2012 às 0:37 )

    Ua falastôooo ou aineta malque sesoto alha haha, ua calaquê cane lastô iaquejada iduananquêeee….
    Deus nós deu o nosso idioma para ser falado.

    Lili Sacá
    Onde você encontrou essa música?
    É assim mesmo que escreve o nome do artista?
    Que som sinistro!
    Que espécie de instrumento músical será que ele usou hein…

    Ficou bakano

    Excelente podcasts. Parabéns.
    Não sei porque demorei muito a encontrar…

    Até a próxima
    Um olá tudo bem pra você.


  • Aniram Queiroz disse:    ( 20.02.2012 às 9:58 )

    Olá Luciano Pires, hoje deixei a preguiça de lado pra deixar um comentário. Descobrir o seu Podcast por acaso no Itunes e desde entao nao deixei de seguí-lo. Bom hoje segunda feira de carnaval, morando em Dublin na Irlanda e…. como estou de folga resolvi te enviar um Oi. Na verdade nao estou nesse momento inspirada por nenhum dos Pods em especial, mas sim por todos que ja tive a oportunidade de escutar. As iscas diárias sao balsámos para os meus ouvidos, tento disseminar e divulgar o seu trabalho por que no meu ver voce deveria ter um horário nobre na TV aberta, ou ao invés de propaganda cada intervalo trouxesse uma iscazinha, uma musica bacana para tornar de conhecimento público o que realmente é interessante. Em outra oprtunidade deixarei um comentário melhor elaborado para quem saber até servir de inspiraçao para um novo Podcast. Mas hoje a inteçao é somente de dizer que voce está de Parabéns pelo trabalho que realiza! Muito sucesso e continue sempre nos trazendo bons momentos de meditaçao! Obrigada!


  • marcelo disse:    ( 19.02.2012 às 21:29 )

    oi, eu sou marcelo, meu pai que ouvia vc, e hj eu voltei a, ouvir vc acho vc o maximo

    desculpa pelos erros de gramatica:)eu não sou bom em portugueis como vc esta falando, so tenho 12 anos mais entendo sim oq voce fala.


  • Orahcio Felício de Sousa disse:    ( 17.02.2012 às 9:25 )

    Olá Luciano,

    Venho acompanhando seu podcast a algum tempo, e certamente alguns são verdadeiros puxões de orelha pra mim, prometo que irei converter mais essa minha energia potencial em cinética e começo por fazer o que você reclama todo episódio religiosamente, comentar seu podcast.

    Adorei o causo do menino trazedor, me fez lembrar da minha professora de Português que nos fazia analisar morfologicamente e sintaticamente todas as palavras e orações sugeridas por ela, certa vez quis economizar caderno e não saltei linha entre uma análise e outra, e tive que reescrever tudo. Mas agora posso dizer que tenho um português razoável graças a tia Zélia. Foi ela também a responsável por nos advertir sobre os neologismos, introduzindo a gente na velha e boa música do Rauzito, Maluco Beleza na qual Raul pega para antônimo de lucidez a então nova palavra “maluquez”.

    Atualmente estou em Portugal e vejo bem muitos tugas se contorcerem por conta do acordo ortográfico, eles carinhosamente o chamam de português importado do Brasil. Foi muito bom Portugal ter sido meu primeiro país a ser visitado para uma longa temporada não senti tanto a noção de estar fora do Brasil por estar rodeado de pessoas que falam a mesma língua que eu. Como o Xangai diz “nesse mundo a língua é a mesma, só o sotaque que é diferente”, e isso percebo com meus colegas não falantes da língua portuguesa, tropeçamos nos mesmo equívocos que os não-nativos da língua inglesa tropeçam, mas a melhor coisa de tudo é que podemos nos comunicar, a norma culta pode ser superada a anos-luz de distância pela boa vontade dos interlocutores.

    Continue nos presenteando com esses ótimos panos-pra-manga que seus podcasts nos fornece. E gostaria de fazer um pedido que está presente em basicamente todos os concertos populares. Toca Rauuuulll.


  • Vinícius Andrade disse:    ( 16.02.2012 às 0:40 )

    Mais um viciante podcast. Dos cerca de 50 que ouvi até aqui, considero o melhor, fiz questão de compatilhar o texto “Meus erros preferidos” do Gabriel Perissé. Agora que já truxe meu comentário, digo até logo.


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